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Activists and supporters of leftist former President Cristina Fernandez de Kirchner protest outside the National Congress, in Buenos Aires, on January 6, 2016, against the first measures taken by President Mauricio Macri. AFP PHOTO/EITAN ABRAMOVICH
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Da redação – O presidente direitista da Argentina, Maurício Macri, vai enviar ao Senado uma proposta de reforma do Código Penal para aumentar as penas para manifestantes que bloquearem vias durante protestos populares, que serão consideradas “atentados à segurança pública”.

Ele enviará a proposta este mês de novembro, junto com a que cria um crime de descumprimento da proibição para imigrantes que entrem no país sem autorização do governo.

A Argentina de Macri (que venceu de maneira fraudulenta as eleições de 2015) vive uma imensa crise econômica e social. O desemprego e a carestia de vida aumentam cada vez mais, inclusive com casos de saques a supermercados registrados este ano.

Recentemente grandes protestos tomaram conta das ruas do país, quando Macri anunciou acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), para que, na prática, este controlasse diretamente a economia da Argentina, sendo Macri um capacho totalmente submisso ao imperialismo.

O governo irá cortar ainda mais o orçamento para 2019, com arrocho em áreas vitais para o povo como Saúde, Educação e Moradia. Tais ataques aos direitos do povo e dos trabalhadores geram grande insatisfação popular e Macri, como um regime direitista repressor e neoliberal, aumentará a repressão por meio de leis e policiamento.

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