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Nas últimas semanas tem repercutido uma questão latente na Argentina: o aborto. E isso tem se dado justamente porque foi apresentado projeto no qual a pauta é a descriminalização do aborto, assim garantindo às mulheres o direito a interrupção da gravidez até as 14 primeiras semanas de gestação. O país, tem demonstrado grande inclinação no que diz respeito a garantia deste direito para as mulheres argentinas. O que evidentemente não exclui a existência de setores reacionários da direita que estão contra o projeto.

No domingo, foi realizado uma marcha organizada por setores religiosos e pela direita obscurantista, onde se colocaram contra o prosseguimento de discussão do projeto no Congresso, onde o mesmo tem avançado no sentido positivo para sua aprovação. Isso ouriçou esse setor que obviamente é contra direitos elementares à saúde da mulher, quando se posicionam contra sua aprovação. A mesma direita que é a favor da vida, é a mesma que é conivente com a morte de milhares de mulheres em clínicas clandestinas todos os anos.

Isso se dá justamente por uma pressão que existe, onde tudo está favorável para a descriminalização da prática de aborto no país. A direita com sua histeria, claramente quer impedir de todo jeito que o projeto se quer seja discutido. Essa é a política da direita para as mulheres, impor a tortura psicológica levando uma gravidez indesejada adiante, e não ter segurança ou pelo menos respaldo médico pelo estado.

Em um momento como esse, as organizações de luta das mulheres e as entidades que estão a frente do projeto devem reafirmar suas revindicações, pressionar ainda mais por meio de mobilizações populares. Somente assim irão derrotar esse setor da direita fascistoide que é contra qualquer direito que venham a suprir necessidades da população, mais especificamente contra os direitos das mulheres, que nesse caso se trata de uma questão de saúde pública.

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