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Mesmo sendo o setor que mais lucra no país, os banqueiros estão demitindo em massa e perseguindo ativistas bancários que lutam contra a política de ataques as já precária condição de vidas dos bancários.

Os bancários que convivem diariamente com as péssimas condições de trabalho, têm um grande número de doentes  nos setores e sofrem de constante assédio, diante da voracidade por lucros dos banqueiros, além de amargarem com a falta de materiais, excesso de serviço pela falta de funcionários e uma situação na qual, a cada dia, os chefes estão exigindo mais dos trabalhadores, submetendo-os a um “regime de chicote” para cumprir metas cada vez mais exigentes, mesmo sem as condições mínimas para isso.

Os banqueiros, setor mais parasitário da economia, vem demitindo cada vez mais. Os dados de demissões são impressionantes: foram 34.518 demissões no período de janeiro a setembro de 2017. Em 2018 não está sendo  diferente: a  direção da Caixa Econômica Federal já prepara um novo Plano de Demissões Voluntárias (PDV) para reduzir ainda mais o quadro de funcionários visando a sua privatização.

Além disso, no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal, as direções dos bancos vem promovendo uma verdadeira “caça às bruxas” contra os ativistas e promovendo perseguições contra trabalhadores que não aceitam a política imposta por este bancos em relação ao contrato de trabalho.

No Banco do Brasil os funcionários que estão processando judicialmente a instituição pelo pagamento da jornada, indevida, da 7ª e 8ª horas,estão sendo perseguidos e demitidos, como no caso dos trabalhadores de Brasília onde foram demitidos quatro bancários e tantos outros nacionalmente perderam as suas funções gratificadas pela direção gopistas desses bancos. Isso quando,  conforme a  CLT  em seu Art. 224, “a duração normal do trabalho dos empregados em bancos, casas bancárias e Caixa Econômica Federal será de 6 horas contínuas nos dias úteis, com exceção dos sábados, perfazendo um total de trinta horas de trabalho por semana”. 

A Caixa Econômica Federal vem perseguindo politicamente trabalhadores que se colocaram à frente das mobilizações legítima em defesa de um banco 100% público, contra a política de ataque do governo golpista de Michel Temer aos trabalhadores bancários e da população em geral. Um ataque a toda categoria na tentativa de calar a voz dos bancários, prática que nada deve aos tempos da ditadura militar.

A única maneira de lutar contra a verdadeira expropriação que os golpistas estão promovendo dos recursos dos trabalhadores, é a mobilização independente de toda a classe operária, contra as demissões e pela conquista da estabilidade do emprego, da redução da jornada de trabalho para 35 horas, com escala móvel de trabalho, sem a redução dos salários.

A mobilização só terá consequência se essa luta estiver voltada pela derrota do golpe de Estado orquestrado pelo imperialismo e pelos capitalistas nacionais que tem como fundamento a expropriação de todo o povo brasileiro para satisfazer o apetite de meia dúzia de parasitas capitalistas.

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