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Da redação – No final da semana passada, a última leva de um total de 6 mil médicos voltou para Cuba em viagens bancadas pelo governo cubano. Foi, em menos de um mês, uma média de dois voos diários com cerca de 200 médicos, de Brasília a Havana.

Os médicos atenderam ao seu dever como revolucionários e servidores do povo cubano, retornando à ilha com a expulsão na prática realizada pelo futuro governo golpista de Jair Bolsonaro, que prometeu violar o acordo com Cuba e, assim, o governo cubano, legitimamente, percebeu o ataque e recolheu seus funcionários.

No entanto, como a saída, embora organizada, foi feita em um curto prazo, os médicos não tiveram tempo de levar todos os seus bens, como móveis e outras posses que adquiriram no Brasil. Assim, o governo cubano continua bancando as viagens, agora para transportar o que os trabalhadores deixaram no Brasil.

Por enquanto, por volta de 400 médicos ainda estão no Brasil sem ter avisado ao governo. Mas a Organização Pan-Americana da Saúde da Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) diz que o motivo de muitos deles é porque ainda têm alguns assuntos pendentes no Brasil, como tratamento de saúde (muitos estão doentes).

Os 1.800 médicos cubanos que ficarão no Brasil, e que o governo cubano (do qual eles são funcionários) já está consciente, é porque são casados com cidadãos brasileiros e preferiram ficar com sua família.

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