Após o golpe falta até professores nas escolas gaúchas

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Cerca de 50 alunos da Escola Estadual Olga Ramos Brentano, localizada no bairro 1° de Maio, em Farroupilha, Rio Grande do Sul, promoveram uma manifestação na última terça-feira, 26, por volta das 10h, pelas ruas do bairro e se encontraram com os alunos da Escola Estadual José Fanton, no bairro Santo Antônio.

O ato teve o objetivo de mostrar a falta de 11 professores na escola. A ideia do ato partiu dos estudantes, principalmente os que estão cursando o 3° ano do ensino médio, pois no final de 2019 vão realizam o Enem e ou os vestibulares. Os aluno são prejudicados, pois estão com bastante aulas vagas.

Os estudantes fizeram uma faixa com o nome do colégio e saiu pelas ruas entoando a frase “Queremos professores!”. A cidade de Farroupilha conta com dez escolas estaduais, onde faltam um total de 29 professores. O estado não disse que contratação, apenas disse que vai remanejar alguns professores.

Os momentos coletivos nas escolas devem ser de discussão do que realmente importa, que são os rumos da escola pública, principalmente, sobre a situação dos empregos e salários dos professores, ainda mais ameaçados diante da política do governo golpista e de como unir a comunidade escolar em favor da luta em defesa do ensino público contra os ataques dos governos da direita.

Um dos setores mais afetados pela política do fascista Bolsonaro é a educação. Entre as propostas nocivas ao setor temos o projeto Escola sem Partido, chamado por nós pelo seu verdadeiro nome, a Escola com Fascismo, a militarização das escolas, a privatização das universidades públicas.

Pela imediata contratação de professores para sanar os problemas. Os professores precisam se organizar em comitês para barrar a ofensiva da direita nas escolas. Para isso, a união entre estudantes e professores é fundamental para combater a extrema-direita, que deseja destruir e privatizar as escolas.