Apeoesp, maior sindicato do País, convoca: todos às ruas no dia 13/08!
Professores da rede estadual de SP aprovam continuidade da greve
Apeoesp, maior sindicato do País, convoca: todos às ruas no dia 13/08!
Professores da rede estadual de SP aprovam continuidade da greve

Reunida dia 31/7, a diretoria do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, APEOESP, realizou uma na avaliação da atual conjuntura na qual considerou os ataques de Bolsonaro e Doria – dois lados da mesma moeda – contra a democracia, a educação, a aposentadoria, a seguridade social  e os demais direitos da classe trabalhadora, dos profissionais da educação e do funcionalismo.

Diante da situação a diretoria da APEOESP aprovou adesão ao Ato Nacional de Mobilização do dia 13 de Agosto, convocado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) e anunciou que vai convocar a categoria para sair às ruas no próximo dia 13, com atos regionais – pela manhã – e participação em um ato geral na Avenida Paulista, a partir das 17h.

A reunião aprovou ainda o seguinte calendário:

Aprovou o seguinte Calendário da luta:

5/8 – Segunda feira – 06 horas – Mobilização no Aeroporto de Congonhas contra a reforma da previdência;

5/8 – Segunda feria, 18h30 – Casa do Professor – Reunião com as Entidades da Educação para organizar a mobilização para o dia 13 de Agosto;

6/8 – Terça feria – 10h – Praça do Patriarca – Caminhada no centro de São Paulo;

5 a 12/8 – Reuniões de Representantes de Escola (RE) e Representantes de Aposentados (RA)

9 E 10/8 – Seminário Vidas Negras e Indígenas importam; na sede da APEOESP

13/8, terça feria, 17horas – MASP – Manifestação do Ato Nacional da Mobilização.

A mobilização ganha ainda mais importância, no momento em que os professores são alvos de um duro ataque do governo tucano, que há cinco anos mantém os salários da categoria “congelados”, quer dividir as férias da categoria e está buscando impor medidas de perseguição e censura contra os professores, por meio de “avaliações” das aulas, a serem feitas pelos coordenadores de escola, que nos últimos anos foram transformados em “capitães-do-mato” contra os professores “escravizados” no Estado mais rico da federação. (leia a respeito nessa edição).