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A farsa grotesca envolvendo o processo “judicial” que condenou o ex-presidente Lula a mais de nove anos de prisão, através de sentença prolatada pelo não menos grotesco e farsante juiz de primeira instância Sérgio Moro, da décima terceira Vara de Curitiba, assumiu, definitivamente, ares de uma verdadeira comédia, para ficar no terreno das palavras publicáveis.

Desde quando se instalou essa bazófia, o PCO já denunciava aquilo que a cada dia vem ficando mais claro com os fatos. O processo farsa levado adiante pelos procuradores almofadinhas da Lava Jato nada mais são do que uma peça sem nenhum conteúdo ou fundamento jurídico, mas única e tão somente um instrumento de perseguição política contra Lula, o PT e a esquerda brasileira.

Apoiada no trabalho sujo e fétido da imprensa golpista, a inquisitorial Operação  – verdade seja dita – nunca passou de uma rasteira fanfarronice. Prisões preventivas totalmente arbitrárias serviram aos propósitos dos juízes e procuradores, em que os interrogatórios e depoimentos dos réus se transformavam em verdadeiros instrumentos de tortura psicológica, feitos sob encomenda e com o único objetivo de subsidiar os processos totalmente fraudulentas para tentar fundamentar as acusações contra os réus que lhes interessava, em primeiro lugar contra o ex-presidente Lula.

A condenação de Lula e outros dirigentes do Partido dos Trabalhadores (José Dirceu, Vaccari Neto e outros) pelo juiz Sérgio Moro não trás nos processos nenhuma prova sequer que possa minimamente ser vista como um processo justo e imparcial. Nenhuma prova documental faz parte dos autos dos processos. O juiz Moro aceitou e se apoiou única e tão somente nas desmoralizadas “delações premiadas”, arrancadas a ferro e fogo dos réus sob coação, chantagens e ameaças.

Agora, essa “ópera bufa” ganhou um novo capítulo. E com um conteúdo que não deixa qualquer dúvida sobre o seu caráter farsesco e também cômico e ridículo. Às vésperas do julgamento do recurso impetrado pela defesa do ex-presidente Lula contra a sua condenação, que será apreciado pelos magistrados do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, no dia 24 de janeiro, surge no cenário a decisão de uma juíza do Distrito Federal, Luciana Corrêa Tôrres de Oliveira, da 2ª Vara de Execução e Títulos no Distrito Federal, se contrapondo à investigação da Lava Jato sobre o tal triplex do Guarujá.

Em seu despacho no processo, a magistrada atende uma empresa que solicita o pagamento de dívidas em desfavor da OAS Empreendimentos. A historinha é a seguinte: “A empresa credora impetrou uma ação de cobrança no valor de R$ 7,2 milhões corrigidos. A juíza acatou e determinou ao Banco Central o bloqueio nas contas da OAS, encontrando apenas R$ 10 mil reais. A empresa credora fez busca nos cartórios e achou num mesmo CNPJ quatro imóveis no Guarujá em nome da OAS” (Blog Conversa Afiada, 13/01).

“Para a surpresa dos empresários brasilienses, um deles é o apartamento atribuído a Lula. Em Brasília, a juíza entende que cabe penhora do triplex por se tratar de dívidas contraídas pela OAS — que seria, de fato e de direito, proprietária do imóvel” (Idem, 13/01).

E agora Dr. Moro, o que vossa excelência tem a dizer sobre a decisão da sua colega de toga? E agora senhores Procuradores? E agora Ministério Público? E agora senhores juízes do TRF da 4ª Região que se dizem estar ameaçados pela mobilização popular? O que vossas excelências têm a dizer?

Sobre o que eles têm a dizer, não interessa muito. Não interessa menos ainda a todos os brasileiros que vêm sofrendo no cotidiano os efeitos devastadores do golpe de estado de 2016.

O que o recente episódio do triplex revela, de forma clara e ostensiva, é que não existe e nunca existiu nenhuma operação de combate à corrupção no país e menos ainda o desejo de colocar atrás das grades os verdadeiros larápios do povo brasileiro. Desde o seu início, as operações da Polícia Federal nada mais eram do que instrumentos de propaganda e manipulação para legitimar e dar cobertura a uma farsa jurídica grotesca, cujo único e exclusivo propósito sempre foi perseguir politicamente as lideranças políticas da esquerda, para facilitar o trabalho de lesa-pátria dos golpistas que vêm atacando e destruindo a economia nacional.

A grande mobilização popular que estará presente em Porto Alegre no dia 24, portanto, deve não só exigir a não condenação do ex-presidente Lula, mas também a anulação de todos os processos judiciais de perseguição aos dirigentes do PT e da esquerda.

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