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Da redação – Ao menos 11 dos 55 presos mortos no massacre em quatro presídios em Manaus (AM) entre domingo e segunda-feira sequer haviam ido a julgamento, ou seja, legalmente eram inocentes. A informação é da Defensoria Pública do Amazonas, em comunicado ao canal golpista GloboNews.

Eles eram presos provisórios. Além disso, a maioria dos mortos já seria liberada em 2022 ou 2023.

Esses dados comprovam, mais uma vez, que o sistema carcerário do Brasil (o terceiro maior do mundo) é pior do que os campos de concentração nazistas: pessoas do povo são jogadas lá, em grande parte das vezes sem terem cometido crime algum, para serem torturadas e sofrerem todos os tipos de violência – seja de gangues ou mesmo das autoridades penitenciárias.

De acordo com levantamento de 2017 do Departamento Penitenciário Nacional, 40% dos presos do País sequer foram julgados. Por sua vez, dados divulgados em 2018 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontam que esse índice dobra para 80% quando se trata de presos pela Justiça Federal.

As leis do Estado burguês, muitas delas defendidas pela própria esquerda, servem apenas para punir e reprimir a população pobre e jogá-la nas verdadeiras máquinas de moer que são os presídios. É preciso acabar com todas as leis repressivas e libertar os presos, lutando contra o gigantesco aparato repressivo do Estado.

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