Longe do fim
Ao contrário da propaganda enganosa da imprensa capitalista, a situação se agrava e países imperialistas são os mais afetados
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Pessoas usam máscaras de proteção em Londres
22/10/2020 REUTERS/Henry Nicholls
Londres um dos principais epicentros da pandemia no Mundo | Foto: Reprodução

No último sábado (19), o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson (foto), decidiu impor medidas Britain's Prime Minister Boris Johnson speaks during a news conference in response to the ongoing situation with the coronavirus disease (COVID-19) pandemic, inside 10 Downing Street, London ,Britain, December 19, 2020. REUTERS/Toby Melville/Poolainda mais restritas à circulação de pessoas  no período natalino em Londres.

O motivo alegado é a descoberta devido a uma nova linhagem do coronavírus detectada na capital do Reino Unido e em regiões do sul e sudeste da Inglaterra.

De acordo com uma equipe de cientistas que presta assessoria ao governo britânico, a nova cepa tem uma capacidade de transmissão muito mais elevada do que a última detectada, podendo char a ser até 70% mais poderosa do que a anterior;

Isso levaria a contágios ainda mais rápidos no momento em que o Reino Unido já superou a marca de mais de 2 milhões de infectados, 67 mil mortos e vem tendo mais de 500 óbitos por dia.

Segundo o anunciado,

“os dados disponíveis até o momento não levem à conclusão de que a variante produza sintomas mais graves da doença ou maior mortalidade. Segundo o Governo britânico, até 62% dos novos contágios registrados na capital britânica respondem à nova variante, que se tornou a dominante”.

Ao contrário do otimismo que setores da imprensa capitalista procuram apresentar em todo Mundo, em torno de uma verdadeira campanha publicitária em torno das vacinas produzidas pelos poderosos monopólios da indústria farmacêutica, a revelação – junto com outros dados, – revela a gravidade da situação, e o fracasso dos governos imperialista em deter a pandemia que está a ponto de completar 1,7 milhão de vítimas fatais em todo Mundo, com destaca indecência nos países imperialistas que destruíram a rede pública de saúde em favor dos interesses dos capitalistas que lucram com a doença e a morte. Assim entre os países com maior incidência de casos estão justamente os Estados Unidos, em primeiro, com cera e 20 mil mortos; a Itália, em quarto lugar, como mais de 69 mil mortos;  o Reino Unido, em quinto e a França, em sexto, com mais de 60 mil mortos.

Esta não é a primeira nova linhagem do coronavírus com maior poder de contágio detectada. Em novembro, por exemplo, o governo da Dinamarca determinou que milhões de visons fossem sacrificados depois da detecção de outra variante do vírus  que se espalhou entre as fazendas de criação e passou para os seres humanos.

Bem ao contrário da propaganda enganosa de dias melhores por conta da vacinação, ainda não devidamente comprovada, está comprovado que a situação da pandemia tende a piorar, uma vez que além de restrições momentâneas – em um quadro geral de liberação pressionada pelo bancos e demais monopólios capitalistas – o que temos é ma situação de semi paralisia pro parte dos governos capitalistas no que diz respeito a um combate efetivo à doença. Não há testes em massa, na maioria dos países, medidas de proteção e tratamento efetivo da população, como se vê em países mais pobre e cercados pelo bloqueio imperialista, como é o caso de Cuba e da Venezuela, que estão entre os países como a menor índice de casos fatais da doença, por conta da política pública de combate.

Os governos capitalistas, falidos, não dão conta de conter a pandemia. Mostram claramente, que o capitalismo em sua etapa de crise historia já não é capaz sequer de preservar a vida de seus escravos. Logo, precisa ser derrubado para dar lugar a um novo e superior regime, o socialismo, capaz de preservar a vida humana e de desenvolver amplamente as suas condições de vida.

 

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