Um ataque ao futebol arte
A campanha da imprensa em torno do futebol estrangeiro serve apenas para tentar rebaixar o futebol brasileiro.
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O líder do brasileiro prova: não é necessário ter técnicos estrangeiros. | Terra
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O líder do brasileiro prova: não é necessário ter técnicos estrangeiros. | Terra

A liderança por parte do time do São Paulo, hoje comandado pelo brasileiro Fernando Diniz, não foi o suficiente para conter a sórdida campanha da imprensa burguesa em defesa dos técnicos e jogadores estrangeiros no futebol brasileiro.

Principalmente desde o término da Copa do Mundo, abriu-se uma discussão a respeito da necessidade do futebol brasileiro ser comandado por técnicos estrangeiros. Inicialmente Sampaolli, e logo depois, principalmente com o português Jorge Jesus, que comandou o vitorioso time do Flamengo no ano de 2019, a imprensa burguesa tratou de rebaixar a qualidade técnica dos brasileiros, dada como “obsoleta”.

Uma intensa campanha assim passou a ser feita. Jogadores como Juanfran, Honda ganharam os holofotes, mesmo sendo jogadores em fim de carreira, sem nunca terem feito nada de expressivo. Outros chegaram a serem sonhados, como Yaya Toure, o costa marfinense que há ao menos 4 anos, está para encerrar suas atividades. Todos estes não tinham como destaque grandes habilidades, por mais a propaganda tentava convencer os torcedores, mas sim, o brilhante fato de serem estrangeiros, em um campeonato onde a maioria é composta por brasileiros.

Em 2019, o ápice desta campanha, o campeonato brasileiro da série A, teve logo em seu inicio 66 jogadores estrangeiros. Sendo 16 argentinos, 15 colombianos, 11 uruguaios, 9 paraguaios, 4 equatorianos, 4 peruanos, 2 venezuelanos, 2 chilenos, 1 costa riquenho 1 norte-americano.

Na segunda metade do campeonato, o número chegou a 83 jogadores, em 2020 dois jogadores de países imperialista já faziam parte dos times brasileiros.

A campanha se dá de maneira sórdida. Incialmente tratado como uma “revolução” para o futebol brasileiro, a vinda de estrangeiros com face de “inovador” buscou encobertar a real destruição do melhor futebol do mundo.

Em primeiro lugar, as campanhas vitoriosas de times como Flamengo, comandadas por estrangeiros, estiveram longe de representar um mérito para estes técnicos. Grande parte dos jogadores chagaram a ir para seleção, demonstrando que o futebol apresentado já era de alto nível.

O mesmo se vê agora pela tabela da própria séria A, não há um técnico estrangeiro que saiu-se realmente vitorioso, na realidade, foi justamente um norte-americano, que destruiu o principal time da competição, logo em seu inicio.

Com a pandemia e destruição econômica dos próprios times, o campeonato sofreu uma baixa no número de jogadores vindos do exterior, que caíram 25,3%. Visivelmente, a saída destes nomes não diminuiu em nada a qualidade do campeonato, que hoje tem o título disputado por ao menos 3 clubes.

A realidade é que se monta uma grande farsa. O problema não é ter jogadores estrangeiros, mas sim a campanha contra o futebol nacional que é realizada. Os jogadores brasileiros são os mais valiosos do mundo por sua imensa qualidade técnica, contudo querem rebaixar sua moral, e impor uma ideia de atrasado e desqualificado, frente a um futebol movido totalmente pela força e falta de habilidade, contido principalmente na Europa.

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