Os Democratas e a Síria
Fernando Moragón foi categórico ao afirmar que um governo democrata nos Estados Unidos, sem dúvida, resultará em mais sanções e embargos contra a Síria.
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Democratic U.S. presidential nominee Joe Biden smiles as he speaks about the results of the 2020 U.S. presidential election during an appearance in Wilmington, Delaware, U.S., November 4, 2020. REUTERS/Kevin Lamarque     TPX IMAGES OF THE DAY
Joe Biden (Democratas), recém eleito presidente dos EUA | Kevin Lamarque/Reuters

Nesta segunda-feira, 9, em entrevista à HispanTV, o analista de assuntos internacionais Fernando Moragón foi categórico ao afirmar que um governo democrata nos Estados Unidos, sem dúvida, resultará em mais sanções e embargos contra a Síria. Demais, Moragón destacou a devastação realizada pelo democrata Barack Obama (2009-2017) na Síria, cujo vice-presidente era ninguém menos que Joe Biden. 

“Com um governo democrata, não esqueçamos quem é Joe Biden, o que vamos ter é mais sanções contra a Síria, sem dúvida”, afirmou o analista. Segundo o especialista, o possível governo de Biden, uma vez que ainda não terminou a contagem dos votos após as eleições nos Estados Unidos, “não vai intervir militarmente na Síria, pelos russos, mas, do ponto de vista em vista da guerra econômica, eles vão fazer de qualquer maneira”.

Para Moragón, “uma administração democrática para a Síria não é boa. Caso o [atual presidente dos Estados Unidos] Donald Trump continue, seria muito melhor para a Síria e não a continuidade que Joe Biden, do governo Obama, supõe”. Esse prognóstico não é nenhuma novidade, uma vez que um relatório publicado em 3 de novembro no sítio Middle East Online, o analista de assuntos árabes Soheir Abu Aqq indicou que “não há razão para acreditar que Joe Biden seja melhor para a Ásia Ocidental do que Trump”.

Vale lembrar que James Jeffrey, representante especial dos Estados Unidos para a Síria, disse no mesmo dia que, independentemente de quem vencesse as eleições nos Estados Unidos, não esperava “qualquer mudança” nas medidas de Washington em relação a Damasco, incluindo a presença de tropas e sanções. Não obstante, o governo estadunidense já impôs a chamada “Lei César” a 75 pessoas na Síria, e, segundo Jeffrey, “essas sanções foram um sucesso significativo e continuarão”.

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