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A imprensa burguesa golpista sempre usou dos mais variados meios e artifícios para promover sua manipulação ideológica das massas. Os casos se contam aos montes e vão desde a famosa edição da Globo do debate de Lula contra Collor em 1992, até a série “O Mecanismo” do diretor José “Goebbels” Padilha – verdadeira propaganda imperialista. E justamente por esse ângulo que deve-se fazer uma leitura crítica das notícias vinculadas às supostas ameaças contra Fachin.

Primeiramente é importante dizer que todos os dias centenas, senão milhares de figuras públicas, recebem ameaças das mais variadas formas possíveis, sem que isso seja amplamente veiculado na grande imprensa. A questão chama ainda mais atenção quando se trata de ministros do STF, que são em geral figuras secundárias e desconhecidas do grande público.

A gigantesca exploração das ameaças contra Fachin e sua família aconteceram no mesmo momento em que a caravana de Lula pelo sul do País sofreu ataques que passaram de meras ameaças, inclusive quando foi alvejada por tiros no interior Paraná.

Ninguém precisa ser um grande analista político para entender do que se trata. As ameaças a Fachin serviram de cortina de fumaça para encobrir os atentados contra a caravana de Lula. É como se a burguesia dissesse “também estamos sendo atacados”.  

Para além de todo o contexto político, um fato muito específico se destaca: Fachin não falou por meios oficiais. Falou durante entrevista concedida para Roberto D’Ávila, da GloboNews.

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