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Após a intervenção militar no Rio de Janeiro, segundo principal estado do país, ficou bem claro que o Brasil está a um passo de um golpe militar geral, que se espalhe pelo resto da nação. Desde o golpe contra Dilma já se sabia que os militares estavam envolvidos; não apenas porque em todo golpe os militares estão envolvidos, mas também porque logo após o impeachment, assumiu o Gabinete de Segurança Interna, o General de família com tradição golpista, Etchegoyen. Isso sem falar das diversas outras aproximações sucessivas que foram feitas.

Na terça-feira (27), a ameaça do golpe militar ficou ainda mais explícita com a declaração do presidente golpista, Michel Temer, em que disse que não descartava a possibilidade de intervenção militar em outros estados, mostrando que de fato o governo fantoche de Temer está submetido à política dos militares, que vem se organizando no sentido de tomar o poder sem causar grandes conturbações, procurando uma maneira menos explícita de assumir o controle das coisas.

A ameaça do golpe militar se fortalece justamente no momento em que a burguesia enfrenta uma de suas maiores crises após o golpe, onde não conseguem levar adiante sua política de ataques aos trabalhadores por uma série de conflitos internos ao mesmo tempo em que temem a reação popular oriunda da prisão do ex-presidente Lula. Os militares chegam justamente para realizar pela força o programa da burguesia golpista ligada ao imperialismo.

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