Ditadura para esconder desmata
O governo federal vai prorrogar a operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na Amazônia Legal, a chamada Verde Brasil, até abril do ano que vem.
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Militares explicam como os diversos meios de obter fogo na selva. | Bruno Huberman

O governo federal vai prorrogar a operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na Amazônia Legal, a chamada Verde Brasil, até abril do ano que vem, disse nesta segunda-feira o vice-presidente Hamilton Mourão, coordenador do Conselho da Amazônia.

O plano é implantar uma ditadura para esconder os verdadeiros culpados dos incêndios e desmatamento.

Enquanto isso, o Ministério do Meio Ambiente mandou, pela segunda vez, suspender as atividades em campo de pessoal do Ibama e do ICMBio por falta de recursos. A decisão abriu mais uma crise entre o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e a ala militar do governo.

Enquanto a direita e o estado reprimem violentamente os movimentos sociais que lutam pelo direito à terra, os endinheirados latifundiários tacam fogo na floresta em conjunto, de maneira organizada, com o claro intuito de afugentar os moradores de áreas de preservação e de territórios indígenas.

É extremamente necessário que a esquerda aproveite a total insatisfação dos trabalhadores, de setores das classes médias, de indígenas, camponeses e demais setores em relação ao atual governo ilegítimo e fascista, organizando e chamando a todos em torno da palavra de ordem “Fora Bolsonaro”. Somente com a queda do governo fascista e com novas eleições, em que todos possam participar, conseguiremos salvar o país do entreguismo total ao imperialismo, que pretende retirar até parte do território brasileiro.

Após promover, em conluio com os latifundiários e ruralistas nacionais, o “Dia do Fogo” na Amazônia e incendiar uma enorme área da floresta, o governo golpista de plantão anunciou que irá encerrar as atividades dos dois últimos escritórios do IBAMA na região amazônica, o de Parintins e o de Humaitá.

O governo “alega” falta de recursos para manter em funcionamento os escritórios do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente. Até o ano de 2009, haviam 19 escritórios regionais do Instituto no estado. Somente neste ano, 17 foram fechados, restando apenas 2 escritórios, o de Parintins que atende o leste do Amazonas e o de Humaitá que atende o sul.

O fechamento dos postos do IBAMA está em direta relação com a política de favorecer a exploração predatória dos setores do agronegócio levada adiante por Bolsonaro.

Essa política também favorece a ingerência imperialista na região, como foi visto nos últimos dias com a ameaça de intervenção estrangeira na Amazônia.

A única saída é a mobilização popular pela derrubada do governo golpista e devastador de Jair Bolsonaro. Fora Bolsonaro e todos os golpistas!

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