Crise sanitária no Amapá
Amapá esta à beira de uma crise sanitária e elétrica
eletrobrás de alagoas
Contra a privatização da Eletronorte | Foto: Reprodução
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Contra a privatização da Eletronorte | Foto: Reprodução

Paralelo ao que está ocorrendo no estado do Amazonas, o estado do Amapá poderá ser uma das proximas vitimas da crise do Coronavirus na região norte, crise esta que poderá ser provocada novamente pela relaxamento das medidas sanitárias no estado, pelas aglomerações nas festas de final de ano e também pelo descaso dos governantes em conter a propagação da doença no estado. Um outro problema também volta a ameaçar o estado do Amapá, é um velho conhecido do povo amapaense, o apagão, todas as 13 cidades que sofreram com o apagão em novembro de 2020 tem registrado novos blecautes de energia elétrica, novamente, fruto do descaso e da incompetência da direita golpista que governa o Amapá, juntamente com os prefeitos.

Após o anuncio da segunda onda de contaminações do covid 19, o governador do estado do Amapá editou um novo decreto, colocando um novo lockdown no estado, que atingirá todo o setor socio-economico do estado e colocará o setor público de sobreaviso e em home oficce. Este decreto é apenas preventivo, pois não atende as medidas sanitárias necessárias para conter o avanço da doença no estado, muito menos visa a prestação de ajuda comunitária para o povo amapaense, como a distribuição de cestas básicas, medicamentos e agua potável para a população, visto que os leitos hospitalares estão se esgotando rapidamente devido o aumento do número de infectados no estado, além do fantasma do apagão que está voltando a assombrar o estado, que se ocorrer vai ser uma calamidade pública.

Segundo informações da CUT, os tecnicos que reverteram o apagão no Amapá foram simplesmente demitidos da Eletronorte 40 dias após o incidente do apagão e mais 300 trabalhadores estão previstos a sofrer o mesmo destino, pois a emprensa está passando por um processo de sucateamento, visando a privatização da mesma. denunciam os sindicalistas, todos lembram o caos que o Amapá passou em novembro do ano passado, onde ficou 5 dias no escuro e 20 dias com racionamento de energia elétrica, onde as autoridades locais muito pouco fizeram pelo povo amapaense (e onde o candidato do apagão foi derrotado no segundo turno das eleições municipais de 2020), o inepto presidente muito menos ainda e a empresa que detém os direitos de distribuição da energia elétrica mostrou-se totalmente incompetente para resolver a situação, coube aos operários eletricitários da Eletronorte resolver a crise do abastecimento da energia eletrica no estado (trabalhando sob sol e chuva) e o que ele recebem em contrapartida, demissões e mais demissões por parte do governo do destrambelhado presidente da república.

As demissões ocorreram em nove estados diferentes: Pará (59), Maranhão (49), Brasília (46), Roraima (15), Amapá (9), Mato Grosso (8), Acre (5), São Paulo (2) e Tocantins (1). Os critérios usados pela Eletrobrás ao definir quem seria demitido foram: idade e avaliação. Integram a lista, basicamente, trabalhadores aposentados ou próximos da aposentadoria. Essas demissões estão ocorrendo sem justa causa, sem verba rescisória e sem plano de saúde, e o público alvo dessas demissões são justamente trabalhadores mais velhos, muitos dos quais integram o grupo de risco da covid-19.

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