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As eleições presidenciais na Venezuela mostraram mais uma vez a popularidade do chavismo e a impopularidade da direita golpista. O atual presidente, Nicolás Maduro, do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), foi reeleito com quase 70% dos votos.

Apesar de a direita ter feito uma campanha pelo boicote às eleições, a burguesia saiu desmoralizada. Afinal, o índice de abstenção não foi tão alto assim: o candidato golpista dificilmente chegaria aos 30%. Assim, o governo chavista, que havia expropriado a fábrica da Kellog’s na última semana e entregue aos trabalhadores, terá mais um mandato para cumprir.

Embora a vitória de Maduro tenha consolidado a vitória dos interesses da população venezuelana, a crise política não cessará no país latino. Afinal, imperialismo não vai entregar facilmente parte significativa da produção mundial de petróleo a um governo nacionalista apoiado pelos trabalhadores.

Recentemente, um documento expôs que os Estados Unidos, maior interessado no petróleo venezuelano, está planejando invadir a Venezuela. Alegando que o país vive uma “ditadura”, o documento atesta claramente que a intervenção militar vem sendo cogitada pelo imperialismo como alternativa para derrubar o governo chavista.

O emprego das Forças Armadas pelo imperialismo para conseguir exercer, sob a base do mais completo terror, seu domínio sobre os países atrasados, já é uma tática muito conhecida. Em todo o mundo, os opositores ao imperialismo estão sendo constantemente ameaçados de serem derrubados por meio de golpes de Estado.

É necessário que os trabalhadores de todo o mundo se solidarizem com a luta do povo venezuelano e repudiem as investidas do imperialismo na América Latina. Fora imperialismo da Venezuela! Abaixo o golpe no Brasil!

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