Governo ignora o desmatamento
Desmatamento da Amazônia cresce assustadoramente em agosto.
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Brasília (13/06/2018) – O Ibama e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) de Mato Grosso, com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer-MT) e da Força Nacional, iniciaram nesta terça-feira (12/06) operação conjunta para coibir o desmatamento ilegal da Amazônia. Na primeira ação, agentes ambientais flagraram o corte raso de 160 hectares em área de Reserva Legal em Tapurah (MT) por correntão, técnica que usa dois tratores e uma corrente com elos grossos para derrubar a vegetação nativa.Na base utilizada pelos infratores foram apreendidos um caminhão, uma pá carregadeira, uma moto, uma camionete, motosserras e documentos que evidenciam a saída da madeira, além de fichas de funcionários e comprovantes de transações bancárias. A Sema estima que a ação evitou o desmatamento de outros 800 hectares.Foto: Mayke Toscano/Gcom-MT
Desmatamento da Floresta cresce em 68% em agosto. | Foto: Reprodução.

Segundo o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) as notificações de desmatamento da floresta cresceram em assustadores 68% no mês de agosto, em relação ao mesmo período do ano passado. Este fato consiste de mais um verdadeiro ataque ao patrimônio brasileiro fomentado pelo governo Bolsonaro como tantos outros ataques deferidos por este desgoverno aos trabalhadores e ao patrimônio nacional.

Desta feita a vítima direta é a biodiversidade, que, uma vez preservada possui muito mais valor em todos os sentidos que a obtenção de valor que o desmatamento proporciona. Por que então desmatar ou porque não tomar medidas enérgicas contra os que desmatam?

Na verdade o problema reside nos interesses que estão por trás do desmatamento. Interesses estes que sustentam o governo Bolsonaro: trata-se das aspirações econômicas do agronegócio, que se arvora a ser a locomotiva do “desenvolvimento nacional”, literalmente tocando fogo em animais e plantas e passando por cima dos povos que vivem da floresta, além de estarem depredando o patrimônio nacional.

Obediente à divisão internacional do trabalho, estabelecida pelas potências imperialistas, o governo brasileiro faz vistas grossas ao desmatamento porque tem seu sustentáculo naqueles que desmatam. Enquanto isto as potências imperialistas patenteiam substâncias obtidas a partir de plantas da floresta Amazônica que são fundamentais para a indústria em geral e para a indústria farmacêutica em particular.

Pouco importa o patrimônio que representa a biodiversidade amazônica, se os interesses dos madeireiros, garimpeiros e fazendeiros que queimam ou derrubam a floresta estiverem sendo satisfeitos. Esse é o lema do governo Bolsonaro. Que diante do desmatamento tem a apresentar apenas a inoperância do Ministério do Meio Ambiente cujo orçamento para 2020 permanece praticamente intocado.

Infinitas são as possibilidades de exploração consciente compatível com a preservação da biodiversidade e dos interesses dos povos que vivem da floresta. Mas a brutalidade e a irresponsabilidade do governo Bolsonaro são tamanhas que preferem matar a “galinha dos ovos de ouro” ao invés de explorar responsavelmente os recursos infindáveis da floresta viva.

A esquerda precisa se erguer diante de tamanha atrocidade, não podemos permitir que esse governo genocida destrua todo o patrimônio nacional. É preciso assumir a palavra do fora Bolsonaro e todos os golpistas!

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