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As eleições para a presidência da União Democrata Cristã (CDU) foram disputadas voto a voto, evidenciando a dificuldade das lideranças tradicionais alemãs frente ao crescimento da extrema-direita. A vitória foi de Annegret Kramp-Karrenbauer (AKK), candidata apoiada por Angela Merkel, que venceu por pequena margem – 517 a 482 – sobre o outro candidato, Friederich Merz.

Merkel, atual presidente do CDU, está deixando o cargo mais cedo, forçada pelas divisões internas do partido. No governo, o CDU perde cada vez mais o apoio da ala esquerda da coalisão, representada pelo Partido Social Democrata (SPD). Internamente, a extrema-direita cresce dentro do partido. Em junho, após conceder asilo a imigrantes refugiados, Merkel perdeu muito apoio, tanto de políticos alemães quanto de outros países da União Europeia.

Merkel governa a Alemanha desde 2005, mas a estabilidade do regime alemão parece mesmo estar com os dias contados. AKK é será a provável candidata de Merkel nas eleições federais de 2021, mas devido às dificuldades pela qual o partido atravessa, sua vitória está longe de ser garantida.

Esta é mais uma crise política a afetar o imperialismo, no países mais forte e estável da União Europeia. A manutenção do regime vai se colocando em cheque, dificultando a manutenção do Estado burguês e empurrando a classes sociais para a polarização.

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