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15.12.2018, Bayern, München: Demonstranten in Gelben Warnwesten und mit einer französischen und einer deutschen Fahne stehen bei einer Kundgebung in der Münchner Innenstadt. Die Kundgebungsteilnehmer riefen zur Solidarität mit den französischen Gelbwesten auf. Foto: Lino Mirgeler/dpa +++ dpa-Bildfunk +++
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Da redação – O movimento dos “coletes amarelos” na França já demonstrou sua força, mesmo que seja de certa forma desorganizado, e se espalha aos poucos pela Europa.

Na Alemanha, um movimento criado em setembro, Aufstehen (Levante-se), já tem 170 mil membros filiados e pretende aumentar a mobilização popular de rua no país.

A fundadora e líder do grupo, Sahra Wagenknecht, disse à imprensa estrangeira que apoia os coletes amarelos e entende até mesmo as ações violentas realizadas na França, como demonstração da insatisfação popular contra a política neoliberal do presidente Emmanuel Macron.

Ela ainda falou que se inspira em Jean-Luc Mélenchon, líder do partido França Insubmissa, e em Jeremy Corbyn, líder do Partido Trabalhista britânico e representante de sua ala esquerda.

O Levante-se pretende unir a esquerda alemã em 2019, em um movimento que vai contra a política de décadas de conciliação do Partido Social-Democrata (SDP) com a direita representada pelo CDU/CSU de Angela Merkel. O movimento quer uma aliança entre Levante-se, SPD e o Die Linke (A Esquerda). O SPD, principal partido da esquerda alemã, vive uma intensa crise e está pressionado pela sua militância para deixar a coalizão governamental e se tornar uma oposição de esquerda.

“Vamos estar visíveis nas ruas e nos olhos do público em 2019”, disse Sahra Wagenknecht. “Não pretendemos competir com esses partidos. Queremos um movimento que contribua para aproximar esses partidos de esquerda e instigue um novo renascimento social.”

Embora trate-se de três exemplos da esquerda pequeno-burguesa europeia, representam (ainda que de maneira extremamente limitada) a necessidade de a esquerda, empurrada pela situação política, se distanciar da política “democrática” burguesa da direita.

A gigantesca crise econômica, política e social do imperialismo promete se aprofundar em 2019. O regime político já não se sustenta, por isso a burguesia tenta impor uma política de força contra a população, colocando governos de extrema-direita por toda a Europa.

A esquerda, até agora, não consegue superar a crise em que ela também está inserida, porque insiste em se agarrar na política “democrática” da burguesia, aliando-se aos partidos tradicionais da direita para sustentar o decadente regime burguês. Isso apenas favorece a extrema-direita, que se apresenta (falsamente) como única alternativa para o povo se livrar da burguesia.

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