Alckmin e Paulinho da Força: PSDB tenta trazer força sindical para coligação golpista

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A central anti-sindical Força Sindical, criada com apoio da FIESP (Federação das Industrias do Estado de São Paulo) e que poiou o golpe de estado que derrubou a presidenta Dilma Rousseff, na figura do seu presidente, deputado “Paulinho da Força”, reuniu-se com o candidato presidencial tucano, Geraldo Alckmin para negocias o apoio para a campanha eleitoral vindoura.

O golpista Paulinho para contar vantagem sobre o seu “sindicalismo de resultado” ouviu a proposta do golpista Alckmin de uma suposta solução intermediária para a questão da contribuição sindical extinta com o apoio do PSDB. Os detalhes dessa “solução” ainda não vieram a luz.

Mas o que interessa a Paulinho não é somente isso, o pelego arquiteta com Alckmin o fortalecimento do Conselho Nacional do Trabalho para validar a criação de novos sindicatos sem representatividade entre os trabalhadores e que sirvam para promover a divisão, principalmente de sindicatos combativos, ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT). A Força Sindical quer ser – na prática – uma espécie de controladora do movimento sindical, controlando que sindicatos podem ter o registro deferido pelo regime golpista.

A história fartamente documentada da relação simbiótica entre a Força Sindical e a direita nacional não nos permite estranhar esse tipo de negociata. É importante, contudo, atuar junto à base dos sindicatos e demais organizações dos trabalhadores para denunciar essas entidades e seus dirigentes que atuam como mercenários, à serviço da direita e do imperialismo no interior do movimento operário.