“Ajuda humanitária” é preparação para invadir a Venezuela: o povo venezuelano deve defender a fronteira

guaido

O imperialismo norte-americano é o principal responsável pela crise humanitária que se abate sobre a Venezuela ao liderar sanções econômicas, que, junto com a sabotagem interna dos empresários do próprio país tem levado ao agravamento do desabastecimento, principalmente de gêneros de primeira necessidade e medicamentos.

Agora sob o manto de uma suposta “ajuda humanitária” para combater aquilo pelos quais eles mesmos são responsáveis, preparam a invasão do país.

Conforme informações de apoiadores do auto-proclamado presidente interino do país, Juan Guaidó, estão sendo montadas três bases de apoio em regiões fronteiriças com a Venezuela na Colômbia, no Brasil e em Aruba ou Curacao no Caribe.

Segundo essa mesma fonte, os entendimentos com os países vizinhos já foram acertados, sendo que o governo colombiano teria indicado os próprios militares como participantes do comboio.

Guaidó defende, ainda, que os comboios entrem ao mesmo tempo em território venezuelano, para dificultar a reação de Maduro, que pretende impedir a entrada das doações.

A “ajuda humanitária” é um cavalo de Tróia para dar poder, que visa fortalecer o governo paralelo e para infiltrar sabe-se lá o que, no país. Diante disso, Maduro está correto em rejeitar tal “ajuda”. Se de fato existe uma preocupação com a situação de miséria da população, que suspendam o embargo econômico e tirem as mãos das reservas venezuelanas guardadas em outros países, que querem confiscar.

Os trabalhadores venezuelanos devem se mobilizar para defender as fronteiras, porque sob pretexto da “ajuda humanitária” estão montando bases de sabotagem e conspiração golpistas nas fronteiras com países vizinhos submissos ao imperialismo, como Brasil e Colômbia.