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Amanhã (22), chega ao fim a 44ª Universidade de Férias do Partido da Causa Operária e Acampamento da Aliança da Juventude Revolucionária (AJR). Tendo como tema o Programa de Transição da IV Internacional, elaborado por Leon Trótski, o tradicional curso de formação marxista vem reunindo militantes do país inteiro para discutir os caminhos da luta política do movmento operário mundial.

O militante paulista da AJR Daoud Zaparroli Safadi, de 16 anos, está participando pela quarta vez da Universidade de Férias. Segundo Daoud, a discussão sobre o Programa de Transição na atualidade é “mais importante que nunca”. Daoudo também destaou a importância do trabalho coletivo em todos os aspectos da Universidade de Férias, inclusive no preparo da comida. O jovem também elogiou a vasta programação de lazer da Universidade de Férias, que inclui um campeonato de futebol.

A militante paulista da AJR Gabriela Tavares, de 23 anos, em depoimento a este diário, destacou o preparo dos instrutores do curso sobre o Programa de Transição. “O PCO é um partido extremamente coerente e, como jovem, me sinto privilegiada em poder estudar cobre o comunismo com pessoas tão experientes”.

Henrique Simonard, militante da AJR no estado do Rio de Janeiro, afirmou que o estudo do Programa de Transição é fundamental para entender as contradições do movimento estudantil atual. “Ao estudar o Programa de Transição, entendemos o porquê das vacilações das direções do movimento estudantil, engessando um dos setores mais incendiários da sociedade, que é a juventude”.

Emanuel Lobo, que está participando da Universidade de Férias pela quinta vez, elogiou o formato da 44ª Universidade de Férias, que teve o curso dividido em grupos, facilitando a discussão e a interação entre alunos e instrutores. Segundo Emanuel, o estudo do Programa de Transição é fundamental para a luta da juventude, visto que Trótski trata de reivindicações dedicadas exclusivamente a esse setor, como no caso do direito do voto para a juventude. “Se a juventude é levada a morrer na guerra para defender os interesses dos capitalistas, então, antes de tudo, ela deve ter o direito de ‘escolher’, pela democracia burguesa, os seus representantes”.

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