Pandemia como pretexto
A Airbus anunciou a demissão em massa, que pode chegar a 20 mil trabalhadores em todo o mundo, mesmo com volumosos subsídios do governo.
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Protesto contra demissões em Toulouse - Airbus
Cerca de 8 mil trabalhadores protestaram contra demissões em julho, em Toulouse, sede da empresa. | Foto por: reprodução.

A Airbus, maior empresa aeroespacial da Europa, anunciou na última segunda (12) um acordo com sindicatos que vai permitir a demissão de 4 mil e 200 funcionários até 31 de dezembro de 2020, em toda a França.

A empresa alega que a recuperação com a reabertura dos vôos, em decorrência das medidas de contenção da disseminação do coronavírus, não teriam sido suficientes. O acordo prevê que estes 4,2 sejam demissões voluntárias. Mas, assumiu que a intenção é cortar cerca de 15 mil dos seus 130 mil funcionários por todo o mundo, o que inclui unidades no Brasil, China, Índia, EUA, Rússia e diversos outros países da Europa.

A administração da empresa ainda pressionou o governo francês dizendo que poderia poupar imediatamente a demissão de 2 mil trabalhadores se o governo mantivesse o apoio financeiro na manutenção de licenças de trabalho para 1,5 mil e continuasse a financiar um projeto que desenvolve aviões livre de emissões de carbono.

Uma verdadeira chantagem dos grandes capitalistas sobre a população, que querem que a classe trabalhadora assuma todo o ônus da crise capitalista criada por eles, que como já denunciado aqui neste diário, não tem como origem a pandemia, a qual somente acelerou seus efeitos.

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