Pressão imperialista pela fome
Querem tirar tudo do povo para enriquecer os mais ricos. O neoliberalismo avança conjuntamente com o fascismo
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Governo do DF fecha esplanada dos ministérios em dia de protesto | Foto: poder360

A vice-presidente Samar Maziad, da agência de avaliação de risco para os investidores Moody’s Investors Service, avisa para o Brasil que aguarda avanços na agenda de reformas para este ano ou no começo do ano que vem, sob pena de rebaixar a classificação da nota de crédito do país. 

Ela diz que é preciso retomar o ajuste fiscal para 2021. Isto para fazer frente ao aumento da dívida pública, gerada pelas consequências da pandemia. O governo diz que o teto de gastos foi mantido para o orçamento de 2021. É o que diz a matéria do jornal Gazeta do Povo.

O orçamento público federal para 2021 enviado ao congresso conta com limite de gastos da ordem de 1,5 trilhões de reais, que corresponde a cerca de 20% do PIB (Produto Interno Bruto). Destes, as despesas obrigatórias, com pessoal, correspondem a 93,7% do orçamento, e para custeio da máquina e investimentos, as chamadas despesas discricionárias, algo em torno de 6%. Em relação ao orçamento do ano passado, representou aumento dos gastos de cerca de 2%.

A primeira coisa que chama a atenção é o fato de que a agência, que faz parte da política imperialista, está abertamente pressionando o governo para manter os interesses imperialistas.

Impondo ao governo o controle de gastos, fica implícito que é no que diz respeito aos benefícios sociais que são para o povo. Nunca reclamaram a destinação dos 1,2 trilhões aos bancos e grandes empresas, desoneração da folha de pagamento das empresas e o pagamento da dívida e os juros, que consomem praticamente metade do orçamento do Estado.

Considerando que estamos em plena pandemia, e até agora o governo não gastou nada para sequer amenizar a dor e o sofrimento do povo, com aumento de leitos, máscaras, medicamentos, vacina, respiradores para a prevenção e tratamento dos infectados.

O orçamento apresentado para 2021 vai na mesma linha, sem recursos para o combate à pandemia e demais doenças da população, e que as mortes pelo vírus já passaram de 150 mil. Nada para os desempregados e subempregados que são quase metade da população.

Ainda não fazem nenhuma referência à crise econômica, que igualmente penaliza a classe mais numerosa e pobre, que são os trabalhadores. E ainda assim faz com que a renda dos mais ricos aumentem apesar das crises da economia e da pandemia.

A política que esse governo está levando ao país, está agravando ainda mais as condições de vida do povo. Só é possível esperar que mortes, miséria e o desemprego aumentem em escala geométrica.

Resta ao povo se organizar em conselhos populares nas empresas, nos bairros e escolas, estabelecer um plano de luta por melhores condições de vida e ir para as ruas e lutarem pelas políticas adotadas pelos conselhos populares.

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