Adquira já o seu!
A edição nº 1141 do jornal Causa Operária já está nas ruas, com militantes do PCO em todo Brasil. Está edição conta com um balanço da situação atual e uma retrospectiva de 2020,
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Capa da 1141 Edição do Jornal Causa Operária | Foto: Arquivo Causa Operaria

A edição nº 1141 do jornal Causa Operária já está nas ruas, com militantes do PCO em todo Brasil. Está edição conta com um balanço da situação atual e uma retrospectiva de 2020, denunciando a política genocida da burguesia na pandemia, com um chamado a lutar com o PCO neste momento de sofrimento do da população.

Para adquiri-lo, basta contatar qualquer militante do Partido da Causa Operária (PCO), seja nas ruas, ou contatando diretamente. Na Secretaria de Organização do Partido (SORG), o JCO também pode ser adquirido, pelo contato: 11 997410436
Além disso, um plano de assinatura pode ser acertado, não precisando mais se preocupar e recebendo semanalmente, ou mensalmente com o partido no local.
Os planos para assinatura são:
Mensal: 25 reais
Trimestral: 75 reais
Semestral: 150 reais
Anual: 300 reais.

 

Brasil chega a 200.000 mortos no ano novo e o pior ainda está por vir…

Nesta edição, Causa Operária faz um balanço da situação atual e a retrospectiva de 2020, o ano marcado pelos maiores retrocessos nas condições de vida da maioria do povo brasileiro de todos os tempos.
Em meio ao avanço da crise histórica do capitalismo, impulsionada pela pandemia, a burguesia se aproveitou do sofrimento do povo, rebaixando salários, demitindo, cortando gastos públicos etc.
Um punhado de banqueiros e bilionários tiraram proveito da crise, enquanto dezenas de milhões passam fome.
Depois da fraude e do estelionato eleitoral, cresce o número de infecções e óbitos decorrentes da covid-19,em meio a uma campanha mentirosa de que a “cura” estaria próxima com a vacina, sem que fosse preciso tomar nenhuma medida essencial de saúde pública. Leia nas pág. A3

 

A vitória da direita golpista no Congresso Nacional

Uma parte dos deputados do PT tentou negociar com o candidato de Bolsonaro a presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), mas decidiu por outro direitista. Deram um cheque em branco para Rodrigo Maia (DEM-RJ), atual presidente da Casa, escolher quem quisesse contra o candidato do Palácio do Planalto. Terminaram dando aval a indicação de outro golpista, o deputado Baleia Rossi (MDB-SP), um dos que votaram pelo impeachment de Dilma Rousseff.
É o critério enganoso e hipócrita do “mal menor” em ação: os golpistas seriam um mal menor em relação a Bolsonaro. Com isso avança a frente ampla impulsionada pela burguesia com o objetivo de neutralizar a esquerda nas eleições de 2022.
A doutrina do PCdoB, PT, PSOL e outros, de convivência pacífica com os políticos que garantem o horror que existe no País, é absurda e deve ser repudiada. É preciso desmontar o poder político da burguesia e, para tanto, é preciso enfrentá-la ali onde ela o exerce, e não buscar a conciliação. Leia nas pág. A4

 

Vacina obrigatória: um devaneio autoritário e fascista do STF

A cruzada contra as liberdades individuais do povo brasileiro tomou mais uma fortaleza, na tarde desta quinta-feira o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por permitir que governos Estaduais e até municipais punam os que não se vacinarem por restrições de direitos, que direitos são estes eles não explicaram.

O pequeno-burguês bem pensante, eterno escravo ideológico da imprensa capitalista, aplaudiu a decisão e apresenta uma colocação de cunho filosófico para o abuso jurídico, “Não podemos colocar os direitos individuais acima dos bem geral da sociedade”, ou como disse, com muito menos pompa, o ministro Marco Aurélio de Mello “O interesse é coletivo. Precisa ser compulsória [a vacina]”.

A colocação ainda que soe extremamente humanitária é uma carta-branca para qualquer tipo de abuso do poder estatal perante o trabalhador.

A burguesia utiliza a “segurança sanitária” da mesma forma que Bush utilizou a tal “segurança nacional” para violar imensas liberdades individuais com Ato Patriótico, e futuramente permitir a espionagem em massa e a tortura de estrangeiros. Contra o “perigo vermelho”, com um discurso tão nobre quanto Bush ou o STF, Hitler aprovou primeiro o Decreto do Presidente do Reich para a Proteção do Povo e do Estado (que nobríssimos objetivos!), mergulhando a Alemanha numa ditadura brutal. Citemos o curto decreto! Leia nas pág. A2

 

“Mal menor” exige um Bolsonaro ainda mais privatizador

Nessa terça-feira, dia 15, o presidente golpista, Jair Bolsonaro, visitou a Ceagesp para uma inauguração e diante de funcionários e trabalhadores do local afirmou que não tem intenção de privatizar a companhia. Em discurso, Bolsonaro afirmou que “nenhum rato vai sucatear [a Ceagesp] pra privatizar pros seus amigos”.

Claramente mais um discurso demagógico do golpista, que diante daqueles funcionários, dissimula sua intenção de privatizar o órgão, que desde 1997 é administrado pelo governo federal. A Ceagesp é o maior entreposto de alimentos da América Latina, mas ao contrário do que afirma Bolsonaro, ela foi incluída no Programa de Desestização em 2019. O ataque de Bolsonaro tem claramente a intenção de promover uma diferenciação eleitoral com João Doria, provável adversário nas eleições de 2022. O governador de São Paulo retrucou, dizendo que o rato deve ser o próprio Bolsonaro.

Diante desse episódio um tanto quanto grotesco, a direita tradicional, por meio de seus porta-vozes da imprensa golpista, aproveitou para atacar Bolsonaro. O escândalo fez com que a direita o atacasse por ser um estelionatário eleitoral, exatamente com essas palavras Bolsonaro foi chamado pelos jornalistas da Band News FM. Segundo eles, Bolsonaro não cumpre sua promessa de campanha de privatizar tudo e não é um orgulho para os neoliberais Mises e Milton Friedman.

Ainda segundo a imprensa venal, Bolsonaro, apesar de todas as promessas, é o presidente que menos teria privatizado até agora. Tal acusação é bastante plausível, afinal, FHC praticamente não deixou muita coisa para ser entregue aos capitalistas. Leia nas pág. A2

 

Caderno B:

46ª Universidade de Férias do PCO já tem mais de 800 participantes confirmados

O curso “O que foi o Stalinismo, uma análise marxista”, será ministrado pelo presidente nacional do PCO, companheiro Rui Costa Pimenta e terá mais de 40 horas de duração.
As aulas serão transmitidas ao vivo pela internet a partir do dia 5 de janeiro, duas vezes por semana apenas para inscritos.
Se você quer lutar para mudar o País e o Mundo acesse: www.universidadedeferias.pco.org.br , saiba mais e inscreva-se, pois – como dizia Lênin – “Sem teoria revolucionária, não há ação revolucionária”.

 

EUA são o epicentro da pandemia e da crise capitalista

País terminou o ano com mais de 320 mil mortos e mais de 40 milhões de desempregados. Leia nas pág. B3

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