Tortura em escola militar
Pais e vizinhos denunciam o uso de violência regular no colégio da polícia militar em Londrina.
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Colégio da Polícia Militar - Londrina
Inauguração do 2º Colégio da Polícia Militar em Londrina. | Foto por: reprodução.

Moradores de Londrina denunciam o espancamento de alunos dentro do 2º Colégio da Polícia Militar (CPM) por policiais que atuam como monitores, instrutores. Esse diário recebeu a denúncia via áudio relatando um caso de um aluno que foi levado para uma sala escura por um dos policiais responsáveis pela escola e passado por uma seção de espancamento.

O motivo teria sido a acusação de uma aluna de racismo. O jovem espancado ficou vários dias sem sair de casa, trancado em seu quarto, causando estranheza aos pais. Depois de muito pressionar os pais conseguiram fazer o garoto contar o ocorrido e verem os vários hematomas pelo corpo. O garoto, na verdade, teria rejeitado um pedido de namoro com a menina, pelo que ela teria o acusado de preconceito.

O caso gerou revolta nos pais e nos vizinhos. Os pais decidiram por retirá-lo da escola. Porém, não é o único, várias pessoas tem relatado casos de violência na escola.

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