Acusação de “terrorismo” é pretexto para proibir posições políticas

foto palestina

O Ministério Público Federal, organização controlada pelos golpistas, acusou 11 brasileiros de tentarem organizar uma espécie de filial do Estado Islâmico no Brasil. A acusação ainda da conta de que eles teriam agenciado um menor para práticas terroristas no País.

As investigações, iniciadas ainda em 2016, partiram da não menos direitista Polícia Federal, alega que os investigados estavam planejando realizar ataques terrorista no Brasil. E as provas? Mensagens no Facebook e no Whatssap trocadas entre os acusados que tiveram seus sigilos e privacidade quebrados.

O interessante é que até a imprensa burguesa afirma que não existem provas de que os acusados sequer teriam dado início aos preparativos para qualquer ataque. Ou seja, o que se está punindo é uma opinião, é uma perseguição à livre expressão.

Os perigosos terroristas não possuem dinheiro para advogados, assim, a defesa deles está sendo feita pela Defensoria Pública, que já adiantou que trocas de mensagens pelo Whatsapp não configuram crime. No que eles estão certos.

O que os golpistas do MPF e da PF estão tentando fazer é tornar crime uma opinião. A opinião de que se deve lutar contra um Estado repressor, homicida, como é o caso do brasileiro e do Estado sionista de Israel.

Na linha dessa perseguição política estão todas as organizações do movimento social, que, de um jeito ou de outro, lutam contra as arbitrariedades do Estado. A perseguição é tamanha que ninguém menciona o fato de que todas as pessoas estão sendo grampeadas, investigadas e qualquer mensagem, qualquer coisa que se diga nas redes sociais e ao telefone, pode virar crime.

Depois do golpe de Estado, as instituições do Estado, especialmente o Poder Judiciário, o Ministério Público e a Polícia Federal, estão com a clara missão de acabar com a esquerda no Brasil e vender todo o patrimônio nacional, além de acabar com os direitos democráticos.