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Pre-candidate for Brazil's Presidency Ciro Gomes attends a general meeting of the National Front of Mayors in Niteroi, Brazil May 8, 2018. REUTERS/Ricardo Moraes
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Da redação – Ciro Gomes deu mais uma declaração afrontosa diante dos microfones. Dessa vez foi durante uma sabatina do jornal O Globo. O candidato à presidência que tenta abocanhar votos de Lula declarou que, em seu governo, o general Villa Bôas seria demitido depois das declarações golpistas que deu ao estado de S. Paulo. O general afirmou que o próximo governo terá “legitimidade questionada”, e afirmou que Lula não poderia ser candidato, dando sua “interpretação” pessoal sobre a Constituição e a Lei da Ficha Limpa.

Ciro não parou por aí em sua fala sobre o general. Segundo Ciro, em seu governo Villas Bôas “provavelmente pegaria uma cana”. E mais: “no meu governo, militar não fala em política”, disse Ciro, em mais uma declaração espetacular, que lembra outras declarações do candidato. Antes de Lula ser preso, em 2016, Ciro Gomes chegou a dizer que não deixaria que isso acontecesse. O plano era “sequestrá-lo para uma embaixada”.

A declaração sobre prender Villas Bôas é uma “embaixada 2”. Quem prenderia o general que comanda as Forças Armadas? O próprio Ciro Gomes? Quem ele mandaria para cumprir a tarefa? Esse tipo de declaração mostra que Ciro Gomes está disposto a dizer muita coisa na caça por votos, incluindo o espólio eleitoral de Lula. Mas essas declarações não passam de bravatas.

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