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As mulheres argentinas estão a poucos passos de terem o direito ao aborto garantido pelo Estado.

O que se sabe sobre essa inesperada decisão tomada  pelo governo Macri, é que finalmente o assunto será discutido pelos deputados do congresso argentino. Fato é que existe uma grande ala conservadora que ainda é maioria no que diz respeito a questão do aborto, o que pode dificultar na decisão de legaliza-lo. Está colocada como proposta a possibilidade de interromper a gravidez  nas 14 primeiras semanas, como já acontece na maioria dos países europeus.

Recentemente houve grande mobilização por parte das mulheres argentinas acerca do aborto, é evidente que o que está colocado precisa ser observado de um ponto de vista positivo para a luta das mulheres, qualquer avanço pela ampliação de direito às mulheres contribui para sua emancipação, principalmente quando se fala do aborto, que consiste em uma das principais formas do Estado de ter controle sobre metade da população, as mulheres.

Na América Latina somente o Uruguai legalizou o aborto até então, essa é uma característica que se destaca nos países atrasados, onde há setores conservadores que se alinham com a política obscurantista propagada pela direita. Um fato concreto sobre o resultado dessa política colocada no país, são os mais de 500.000 abortos clandestinos que acontecem todos os anos na Argentina, além da imensa criminalização de mulheres por meio do aumento de leis repressivas.

Nesse sentido, em um momento onde crescem as mobilizações em favor do aborto, é preciso dar continuidade a essa atividade que trava o movimento de mulheres, no sentido de que somente as mulheres de maneira organizada e consciente fará frente a bancada conservadora presente no congresso argentino, e que de antemão derrote esse setor para que de fato se consolide a decisão que torne a realização do aborto legal e segura para todas as mulheres argentinas.

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