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Um importante passo adiante na luta contra o golpe e o governo ilégitimo de Bolsonaro foi dado nessa sexta-feira 22 de março.

Dezenas de milhares de pessoas saíram às ruas de todo o país em manifestações contra a reforma da Previdência em uma demonstração de que a greve geral está colocada na ordem do dia.

Antecedendo o principal ato do país, na capital paulista, mas de 10 mil professores estaduais de SP, em assembleia, apontaram o dia 26 de abril como a data indicativa para a greve geral. Em seguida, no ato principal, com mais de 30 mil pessoas, atendendo a um chamado do presidente da CUT, Vagner Freitas, foi aprovado por aclamação que a primeira greve geral será o próximo passo a ser dado pelos trabalhadores contra a política de fome, miséria e destruição do país do capitão presidente e dos golpistas.

A tendência crescente à mobilização foi expressa ainda no clamor popular de que a luta contra a reforma da Previdência está umblicalmente atrelada à luta pela Liberdade de Lula e pelo Fora Bolsonaro, o que significa uma evolução na consciência coletiva da classe operária no sentido de que apenas a luta de classes, ou seja, a luta contra a burguesia golpista, será capaz de apontar uma saída progressista para o país.

Por outro lado, os atos e assembleias de várias categorias fundamentais para a construção da greve geral, como os operários metalúrgicos da Ford e da Mercedes-Benz, no ABC paulista, também foram uma demonstração do equívoco de setores dirigentes dos sindicatos, que vacilam diante de uma ação decidida contra o governo e o regime político golpista.

O dia 22 de marco expressou ainda de uma maneira mais organizada o que já vem ocorrendo desde o carnaval, de que não se trata simplemente do crescimento de uma oposição ao governo golpista, mas de um sentimento de raiva, de ódio ao regime golpista e, em particular, à sua versão extrema-direita, expressa na figura abominada de Jair Bolsonaro.

A próxima etapa que se abre é justamente de dar forma à greve geral. Construir a greve geral é ter presente de que o seu significado não se encerra em uma paralisação de 24 horas, mas esse é um pontapé para a construção da greve geral por tempo indeterminado até o atendimento das reivindicações dos trabalhadores, que o dia 22, assim como manifestações anteriores, apontam para derrota do golpe, como maneira efetiva de derrotar a reforma da Previdência e todas as políticas impostas pelos golpistas contra os trabalhadores e o país.

É justamente por isso que o Fora Bolsonaro e a Liberdade para Lula, são a materialização concreta desse objetivo.

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