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Na última sexta-feira, dia 07, durante a comemoração da Independência do Brasil em Camaçari na Bahia, um direitista fascista atacou de forma extremamente violenta a secretária da Juventude do PT (JPT), Lorenna Souza, causando-lhe fraturas no nariz.

Segundo relato de testemunhas, o homem desferiu socos no rosto da jovem até quebrar seu nariz, que logo começou a sangrar. A moça ficou deitada no chão, enquanto os demais militantes a socorriam. Ela foi levada ao hospital geral da cidade e permanece internada.

O secretário de Formação Política da JPT, Kaique Ara, disse que outras pessoas de esquerda também sofreram agressões de elementos direitistas. O rapaz aproveitou a oportunidade para dizer que, apesar da hostilidade, a violência não servirá para intimidar ninguém. Ele afirmou que “O fascismo da direita é algo que é absurdo, sem controle, mas a gente vai continuar na luta, em resistência. Mas é importante ter posicionamento, falar, denunciar e sermos solidários à companheira”.

A secretária nacional de Mulheres, Anne Moura, também garantiu que a situação não inibirá ninguém. Para ela, “Este episódio nos indigna, mas nos fortalece e nos movimenta para continuarmos na luta. Os discursos de ódio e os ataques machistas não nos calarão”.

Por sua vez, o secretário da JPT, Ronaldo Sorriso, explicou que “o que aconteceu em Camaçari é mais uma prova do modo como a direita trata a política no Brasil, com ódio e violência. Mas não vão conseguir intimidar a Juventude, que permanecerá nas ruas lutando por Lula e por seus direitos”.

Este episódio serve para mostrar que, diferente do ambiente de tolerância e paz que a imprensa burguesa quer transmitir depois da facada em Jair Bolsonaro, a direita está disposta a enfrentar a esquerda nas ruas, seja por meio do aparato repressivo do Estado, como a polícia e o Poder Judiciário, seja por meio da própria força. E, assim como defendido pelos companheiros da JPT, a população trabalhadora e os movimentos sociais devem resistir e se impor. A esquerda tem de retomar seu espaço nas ruas, organizar manifestações cada vez mais fortes e coesas, de modo a acabar com a onda fascista que se instalou no país.

Não há razões para se solidarizar com fascistas do tipo de Jair Bolsonaro, cujos planos políticos apresentam a clara intenção de massacrar toda a classe trabalhadora do Brasil, com medidas que tendem a tornar as polícias e os demais órgãos de opressão, como a Abin, o Ministério Público e a Justiça, cada vez mais controladores e nocivos aos interesses da população.

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