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Desde 2012 o Frigorifico Barontini, localizado em São Caetano do Sul, região do grande ABC de São Paulo com processo de recuperação judicial e, em dezembro de 2015 foi homologado. Em dezembro de 2017 expirou o prazo e a partir de então, os credores (excluindo os trabalhadores), poderiam apresentar as contas bancárias para começar a receber suas dívidas com o frigorifico.

Os trabalhadores, até 19 de fevereiro estavam trabalhando, apesar de não estarem recebendo os salários, o valor da cesta básica, o vale transporte e muito menos era depositado o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), há mais de dois anos os valores referentes ao FGTS não vinha sendo depositado.
Os credores eram quem estavam tomando conta da fábrica e, toda a produção, desde dezembro até o dia 19 de fevereiro iam parar nos bolsos desses credores, nada era repassado para os funcionários.

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Carne, Derivados e do Frio no Estado de São Paulo realizou várias reuniões com os trabalhadores nas imediações da fábrica e nos bairros onde moram esses trabalhadores.

No dia 28 de fevereiro, os trabalhadores resolveram fazer a reunião dentro do próprio frigorífico, solicitando a retirada dos representantes da empresa, bem como dos bancos e demais empresários que, conforme despacho do juiz, em setembro, poderiam receber, e o estavam fazendo, porém, excluíram os mais de 70 funcionários. Para a justiça os empresários são os únicos credores.

Os trabalhadores, neste período entraram com processo para receber os seus direitos que estão sendo confiscados.
Como era de se esperar, a balança da justiça que em geral sempre pende para o lado dos patrões, continua da mesma forma, ou seja, não está permitindo que os trabalhadores sequer retirem o FGTS que é um direito.

Daqui a pouco não haverá nada para os trabalhadores reclamarem, uma vez que, tanto os donos do frigorifico como as outras “aves de rapina”, principalmente os banqueiros, tirem tudo, todos os maquinários, imóveis, etc.

O Sindicato dos Frios está chamando reunião com os trabalhadores discutir sobre esta questão e, organizar novas medidas para garantir o que lhes é de direito.  É hora de retomar a fábrica para as mãos dos trabalhadores.

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