A luta do negro nas eleições
As candidaturas de representantes dos setores oprimidos, sem um programa de luta contra essas opressões, são apenas candidaturas que favorecem a manutenção do regime
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Faixa do coletivo de negros João Cândido com a palavra de ondem "Pelo Fim da Polícia Militar" | Foto: DCO

A questão do negros está em discussão, as manifestações nos EUA, após o assassinato cruel de George Floyd, levantaram atos por todo o mundo contra a violência policial. E no Brasil,  vemos muita demagogia em torno do tema. Desde as propagandas de empresas que apelam para o tema empoderamento negro e como ações da empresa Magazine Luisa que lançou um programa de treinamento que promete empregar apenas negros.

Nas eleições, não seria diferente, há demagogia por todo o lado, mas nenhuma política de luta contra a violência policial, contra a pobreza que assola cada vez mais a população negra.

Está em discussão até cota para candidatos negros, mas o que não se discute é como ter um programa para a população negra.

E além da ausência dessa discussão, estamos vendo, algo totalmente contrário a necessidade do povo negro: partidos de esquerda lançarem candidaturas de policiais militares. Algo impensável, diante os números de mortes de negros causados por essa instituição estranguladora e assassina do povo negro e pobre.

O caso da candidatura do PT em Salvador, da Major Denise Santiago mostra claramente que não basta ser negro, mulher e/ou vir da periferia para defender o direito dos negros, é preciso ter uma política combativa, um programa político que defenda o fim da polícia militar, o fim dos presídios – campos de concentração da atualidade – pleno emprego, fim dos vestibulares, ou seja, revindicações consequentes para resolver a opressão qual os negros estão submetidos.

Outro exemplo de um negro sem um programa político de luta em prol dos oprimidos, só serve aos interesses da burguesia, é o vereador de São Paulo, Fernando Holiday, um elemento da extrema-direita que tem age contra os direitos dos negros.

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