Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
andreá
|

Da redação – A candidata ao Senado pelo PCO em Santa Catarina (SC), Andreá Luciano Carvalho, mora em Criciúma, é formada em Secretariado, no curso de Pedreiro de Alvenaria e hoje trabalha no comércio da cidade. Militante do partido, ela faz campanha semanalmente nas ruas da cidade e região, vendendo o Jornal Causa Operária, distribuindo milhares de panfletos, adesivos, cartazes e ajuda a população a compreender melhor a luta contra um golpe com o direcionamento do programa histórico da classe trabalhadora, somado à experiência de décadas do partido.

 

Segue a entrevista da companheira, concedida ao jornal Página 3, de Balneário Camburiú (SC):

 

No caso de ser eleita, de que forma deve trabalhar no Senado?

Andreá – O PCO não acredita nas instituições burguesas ou administradas por burgueses. E também não vemos credibilidade nas eleições, uma vez que, para nós, não é a forma correta de se colocar alguém no poder. Acreditamos em comitês. Não tenho expectativa de estar lá, de ser eleita.


Então, por que entrar na disputa eleitoral?

Andreá – A nossa função é tentar unificar a classe operária, utilizando o espaço de campanha para a conscientização quanto à fraude que são as eleições e à falta de democracia que representam. Por isso o trabalho de construir comitês em todo estado e em todo país para unificar as massas para que, essas sim, possam exigir suas reivindicações, cobrando do Estado que hoje é um jogo de cartas marcadas.

 

Fazer algo de baixo para cima, invertendo a lógica ?

Andreá – Não é inverter a lógica. É dar poder e voz ativa para a maioria da população. Quando vemos o Judiciário se autoconcedendo aumentos e nos percentuais que temos visto, fica muito nítido que o poder, qualquer que seja, está distante da população. E que houve um golpe de Estado, que não foi dado apenas por políticos, mas por toda essa cadeia que está aí, de classes burguesas, inclusive o Judiciário.

 

Qual a espinha dorsal de uma campanha sem a pretensão de vitória?

Andreá – São três, na verdade: contra o golpe, liberdade para Lula e garantia de sua participação nas eleições. Não se pode restringir o direito do povo de escolher o que ele quer.

 

O descrédito da classe política também atinge partidos como o PCO?

Andreá – Esse descrédito não é no político em si, na pessoa. Existe uma questão quase cultural de achar que todo político já entra para roubar. Mas não é assim. Todo político entra em um sistema, este sim, totalmente errado. É o sistema que está em descrédito, que precisa ser mudado.

 

O PCO corre risco de desaparecer se não eleger representantes?

Andreá – Sim. Pela cláusula de barreiras. Existe essa possibilidade, mesmo ela sendo inconstitucional. Mas não estamos preocupados com isso. A questão eleitoral, ou eleitoreira, não é a mais relevante para o PCO, mas expor a nossa visão e unificar a classe operária.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas