Terrorismo de Estado.
Ações como estas só evidenciam o caráter fascista da polícia que, por intermédio do Estado, serve como um aparelho de guerra da burguesia, para reprimir e dizimar a população pobre
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A mother and child walk past military police on patrol near the Vila Kennedy favela in Rio de Janeiro on February 23, 2018. 
More than 3,000 soldiers supported Rio de Janeiro police Friday in a sweep of three violence-plagued favelas in the west of the Brazilian city, officials said. Brazilian President Michel Temer handed the military full control of security in Rio de Janeiro, in an increasingly desperate fight to tame runaway gang violence.  / AFP PHOTO / CARL DE SOUZA
Foto: Reprodução |

Em meio à pandemia, governos direitistas implementam terrorismo de Estado e acossam população indefesa. Munidos com um verdadeiro arsenal de guerra, policiais têm entrado nas favelas atirando na população desarmada.

De acordo como portal Voz das Comunidades, em seu sítio, “uma operação do BOPE com apoio do caveirão na Cidade de Deus (CDD), zona oeste do Rio, surpreendeu uma equipe que entregava cestas básicas durante ações de combate contra o coronavírus na comunidade”. O relato dado por voluntários que atuam na comunidade afirma que “os tiros iniciaram de maneira repentina e resultaram na morte de um homem ainda não identificado na Rua Pantanal”. Jota Marques, conselheiro tutelar e morador da Cidade de Deus, informou que a vítima tinha acabado de sair de casa para ir comprar pipas, quando foi atingido e colocado dentro do caveirão (veículo de guerra utilizado pelos assassinos fardados). O jovem, levado ao Hospital Lourenço Jorge, infelizmente, veio a falecer. Ainda segundo relatos, em meio ao ataque por parte da polícia, um dos voluntários teria se aproximado da vítima baleada para identificá-lo, quando teria sido violentamente reprimido pelos PMs. Ao serem reprimidos, um dos policiais teria dito: “quem não quer ser baleado tem que sair com uma bíblia na mão”.

Na última sexta-feira (15), foram mortas 12 pessoas no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio, em operação conjunta entre as polícias Civil e Militar. Após deixarem um rastro de mortes na comunidade, os policiais se negaram a descer com os corpos. Segundo o Voz das Comunidade, moradores fizeram denúncias sobre agressão policial.

Já na segunda-feira (15), o jovem João Pedro Mattos foi assassinado durante uma ação de guerra levada a cabo pela polícia. De acordo com a família, a policia entrou atirando “de maneira cruel”. O adolescente de 14 anos, baleado durante operação conjunta da Polícia Federal e do grupo de elite da Polícia Civil (Core), estava brincando dentro de casa quando fora atingido por tiro de fuzil.

Essa é a PM de Witzel, o fascista que está sendo considerado um novo herói pela esquerda durante a pandemia. Essa é a única política praticada pelo governador: uma política de terror e repressão mesmo durante a pandemia. Enquanto isso, cresce o número de mortes na cidade do Rio. Segundo dados do portal Voz das Comunidades, até quarta-feira (20), as favelas já contabilizavam 174 mortes por coronavírus – ultrapassando o número de óbitos por Covid-19 de 15 estados brasileiros. Ações como estas só evidenciam o caráter fascista da polícia que, por intermédio do Estado, serve como um aparelho de guerra da burguesia, para reprimir e dizimar a população pobre. É preciso dissolver a PM!

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