São Paulo
Governo de São Paulo implementa novas medidas restritivas demagógicas para conter o avanço da pandemia.
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SÃO PAULO, SP, 01.11.2017: PREFEITURA-SP - O prefeito de São Paulo, João Doria, anuncia uma série de mudanças estruturais na organização administrativa da sua gestão, na manhã desta quarta-feira (1º), na sede da Prefeitura. Entre as mudanças está a criação da Secretaria Municipal da Casa Civil, que será comandada pelo vice-prefeito Bruno Covas. (Foto: Suamy Beydoun/Agif/Folhapress)
Os fascistas João Dória e Bruno Covas. | Foto: Suamy Beydoun/Agif/Folhapress
SÃO PAULO, SP, 01.11.2017: PREFEITURA-SP - O prefeito de São Paulo, João Doria, anuncia uma série de mudanças estruturais na organização administrativa da sua gestão, na manhã desta quarta-feira (1º), na sede da Prefeitura. Entre as mudanças está a criação da Secretaria Municipal da Casa Civil, que será comandada pelo vice-prefeito Bruno Covas. (Foto: Suamy Beydoun/Agif/Folhapress)
Os fascistas João Dória e Bruno Covas. | Foto: Suamy Beydoun/Agif/Folhapress

A partir de hoje passam a valer medidas mais restritivas para o funcionamento do comércio em todo estado de São Paulo. As medidas seguem a publicação, em Diário Oficial, pelo governador fascista João Dória Jr., que colocam o estado inteiro na chamada fase amarela.

Shoppings, bares e restaurantes só poderão atender, por vez, até 40% da sua lotação máxima, além de terem horário de atendimento reduzido para 10 horas diárias.

O secretário estadual de saúde, também fascista, promete aumentar o número de fiscais na rua para “garantir” que as medidas estão sendo cumpridas. Em outras palavras, promete o aumento da repressão como forma de conter a doença.

As medidas são completamente demagógicas, pois fazem parecer que a doença “tirou férias” durante às eleições e retornou, magicamente, após a vitória de Bruno Covas na capital. Também é necessário frisar que os ônibus e metrôs de São Paulo continuam lotados, mostrando que as medidas do governo são apenas “para inglês ver”.

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