Cultura
A crise econômica capitalista e a pandemia do coronavírus, em conjunto com o governo fascista de Jair Bolsonaro, têm causado uma devastação cultural e intelectual no país.
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A atriz Regina Duarte com o presidente Jair Bolsonaro - Mrcos Corrêa-29.jan.2020/AFP |

A crise econômica capitalista e a pandemia de coronavírus – esta última fator de aprofundamento da crise que se arrastava desde sua eclosão em 2008 – estão gerando uma devastação geral na sociedade, que se expressa em vários âmbitos, inclusive na vida cultural e intelectual.

As atividades culturais estão todas paralisadas. Uma grande parcela dos artistas, como os grupos de teatro, os artistas de rua, os grupos de dança, as academias de artes marciais não estão podendo desenvolver suas atividades. Mesmo as apresentações musicais, shows de rock, sertanejo, os bares e as baladas, muito comuns como espaços de lazer e sociabilidade, estão parados.

A paralisação das atividades nas escolas e universidades é outra face dessa crise. A juventude estudantil e os professores movimentam a vida cultural e intelectual milhares de cidades país afora. As bibliotecas e os centros de estudos estão fechados. O isolamento social e a quarentena levaram os movimentos sociais a colocar as mobilizações de rua em suspenso.

A crise econômica inviabiliza a atividade dos artistas, que precisam de dinheiro para sobreviver e se dedicar ao público. O empobrecimento cultural e intelectual é generalizado em todas as camadas da população. A sociedade retrocede de forma acelerada no âmbito intelectual, o que é um alento para a extrema-direita fascista, que necessita da ignorância e do atraso cultural.

O governo Jair Bolsonaro também promove o empobrecimento cultural, uma vez que busca censurar e controlar as manifestações artísticas e enquadrá-los sob uma ótima conservadora. Os ataques aos artistas têm se intensificado desde o golpe de Estado de 2010 e, particularmente, desde a posse do governo fascista. O pensamento crítico é rechaçado pelo governo fascista, que incentiva um pensamento dócil e adaptado à realidade marcada pela exploração e pela desigualdade social.

 

 

 

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