A mando do imperialismo, Globo defende golpe militar na Venezuela

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Nicolás Maduro, do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV) foi reeleito presidente da República Bolivariana da Venezuela, com cerca de 70% dos votos, nas eleições presidenciais, ocorridas no último domingo (20). A decisão soberana do povo Venezuelano gerou animalesca reação do imperialismo e dos governos servis na América-latina, como o governo golpista brasileiro.

Com o não reconhecimento da vontade popular e com sanções econômicas anunciadas pelos EUA, a burguesia imperialista e seus asseclas preparam uma verdadeira guerra contra o povo Venezuelano.

Neste ínterim, a venal imprensa capitalista, especialmente a golpista Latina América, cumpre o papel central, ou seja, de investir contra o governo eleito e mesmo de criar o clima para uma possível intervenção militar destes mesmo países, sob coordenação norte-americana, contra a soberania da Venezuela, intervenção esta que já está sendo planejada como ficou comprovado.

Da parte da imprensa capitalista no Brasil a campanha continua e eleva-se a um par ainda mais violento. O jornal golpista o Globo, não se furta a defender a intervenção estrangeira no país, como meio de resolver a situação inadmissível, do ponto de vista da burguesia, criada pela soberania popular.

Em editorial do dia 22/05, o jornal golpista afirma: “Missão da diplomacia, em especial do continente, com apoio americano e europeu, é tornar o menos pesado para a população o desenlace do regime, e que haja uma transição negociada para a democracia.”

A forma é cínica e demagógica, o conteúdo atroz, criminoso, genocida. Esse jornal que organizou o golpe de Estado recente no Brasil, incita os países da América do Sul a levar uma guerra contra um povo irmão em nome da “democracia”. A diplomacia é, aqui, naturalmente os fuzis dos soldados. Curiosamente o jornal aconselha a salvar a “democracia” exterminando o governo democraticamente eleito. Logicamente, trata-se de atender os interesses do imperialismo, a quem este veículo serve.