Mobilizar!
Com os atos tendo repercussão nacional é inevitável que se tornem propagandas de si mesmo, aumentando adesões e mostrando o caminho para os trabalhadores
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Ato nesse domingo em São Paulo | Foto: Arquivo DCO

Este domingo (21/06) foi marcado por uma intensa atividade de rua pelo fora Bolsonaro, em boa parte do país. Em uma decisão acertada dos partidos e organizações populares que participaram, convocaram e tomaram a iniciativa de mostrar o caminho para derrota de Bolsonaro: a mobilização do povo, às ruas.  

Os atos devem continuar sendo feitos, cada vez mais e em maiores quantidades. É imprescindível em um momento de crise política, com uma polarização intensa e piora significativa nas condições de vida das grandes massas, que estão sob a ameaça de golpe militar como esse, manter a população em mobilização constante.  

Os atos do domingo foram numericamente pequenos, mas não por isso menos significativos. Primeiro, porque isso prepara as grandes mobilizações. Assim como em uma greve geral, que é construída a partir do aumento do número de greves de diversas categorias, as grandes manifestações nacionais são preparadas do início de pequenas manifestações. Por esse motivo, os militantes revolucionários, o ativismo combativo e os setores que se pretendem derrotar o fascismo não devem capitular e abrir mão das ruas, é necessário um debate profundo de que a derrota da direita golpista e fascista se dará exclusivamente com uma intensa mobilização. 

Além de que, os atos são um fato político. Isto obriga que uma parcela da imprensa burguesa os noticie, pois são uma realidade do cenário político. Isto ocorreu até mesmo com os atos mais pequenos, que obrigou a imprensa golpista a noticiar. Isto é, os atos, independentemente do tamanho, servem como propaganda de si próprio. Sendo eles pequenos com uma menor intensidade e maiores com uma maior capacidade de adesão.  

Em uma situação de paralisia quase absoluta da esquerda nacional frente ao recrudescimento do regime e a um genocídio total da população, os atos pequenos, quando atingem a população, quando impõem a si mesmos como um fato político nacional, faz com que os trabalhadores vejam a possibilidade e a necessidade de se mobilizar contra ao governo ilegítimo nesse momento cada vez mais crítico. 

Por isso, é necessário continuar intensivamente a agitação e a convocação de amplos setores aos atos de rua. Não basta tomar a iniciativa, é urgente manter a iniciativa. É a única perspectiva real de derrubar Bolsonaro, combater o fascismo e barrar o genocídio! 

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