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Da redação – Os servidores municipais de São Paulo decidiram em assembleia ontem (07) a continuidade da greve que começou na segunda-feira, contra a reforma da previdência da prefeitura de Bruno Covas (PSDB).

A reforma, conhecida como Sampaprev, prevê o aumento de 11% para 14% da alíquota do INSS cobrada dos servidores, o que significa a diminuição em mais 3% do salário dos trabalhadores.

Todos os anos os funcionários públicos municipais recebem um aumento salarial ridículo, irrisório, e agora com a Lei 17.020/18, aprovada pela Câmara Municipal direitista no final do ano passado, são confiscados mais 3% (14%, no total) do salário dos servidores, o que equivale a 11 dias de trabalho por ano sem receber.

O Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep) e o Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal (Simpeem) realizarão nova assembleia e manifestação na próxima quarta-feira (13), novamente em frente à Prefeitura, como ocorreu ontem após a prefeitura não recuar em sua política criminosa de ataque aos servidores.

É preciso radicalizar a greve, porque ainda está extremamente morosa. Todos os servidores municipais devem paralisar suas atividades, ocupar os locais de trabalho, escolas, etc., sair às ruas e exigir a imediata revogação da Lei, o aumento salarial e o fim do confisco do salário, além do fim das políticas levadas a cabo por Covas, em direção a sua derrubada, junto com o governo estadual de seu antecessor, o fascista João Doria, e de todos os golpistas.

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