Golpe aprofundou desemprego
As medidas golpistas que procuraram iludir parcela da população se mostraram totalmente infrutíferas e colocaram seu verdadeiro lado a superexploração da classe trabalhadora
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carteira de trabalho
Carteira de trabalho. Foto: Reprodução |

Em 16 meses de governo, uma a uma todas as enganosas medidas golpistas, entre reformas e medidas provisórias, que prometiam proporcionar emprego às custas das retiradas de direitos e rebaixamentos salariais só conseguiram a segunda parte, na realidade aquela que de fato queriam os poderosos capitalistas nacionais e internacionais, que a classe trabalhadora pagasse a conta da crise econômica capitalista.
O caso mais recente é o caso da medida provisória 905, que durou cinco meses, até a última terça feira 22 de abril quando foi revogada pelo presidente fascista para tentar reeditá-la num futuro breve, criada com o mesmo argumento fascista de “modernizar” as relações de trabalho, só fez facilitar a vida dos patrões, não há nenhuma evidência, nenhum fato, dado concreto da criação de empregos entre jovens de 18 a 29 anos, que era o que apresentava a farsesca medida fascista, inspirada nos golpistas do pato, a Fiesp (Federação das indústrias do Estado de São Paulo) e a CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Sequer essas entidades golpistas são capazes de apresentar dados mostrando a criação de empregos, pois não existe. Pelo contrário, o que existe é o drástico aumento do desemprego no país. Somente no ramo de maquinários, a Abimaq, anunciou que novos 11 mil desempregados entraram para as estatísticas com a pandemia do coronavírus.

Em novembro de 2017, quando o governo de Michel Temer colocou em vigor a Lei 13.467, que alterou a CLT, o percentual de desemprego no Brasil era de 12%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Os dados da pesquisa atualmente mostram que o desemprego em 11,6%. No entanto, sem olhar aprofundado, os dados enganam, pois de acordo com dados oficiais o total estimado de desempregados quase não se alterou: de 12,571 milhões para 12,343 milhões, mas o que se alterou foi que houve uma transferência de trabalhadores com a carteira assinada, para trabalhadores sem direitos, com trabalhos informais ou autônomos, que hoje estimasse em 93,710 milhões os ocupados. Os trabalhadores com carteira no setor privado somam 33,624 milhões, 406 mil a mais em dois anos e meio. Já os sem carteira cresceram em 476 mil, para 11,644 milhões. E o que cresceu mesmo foi a quantidade de trabalhadores por conta própria: acréscimo de 1,438 milhão, atingindo 24,477 milhões.

As reformas, da trabalhista, passando pela previdenciária e todas as medidas golpistas somente fizeram aumentar a exploração e a fome entre a classe trabalhadora. È necessário derrubar agora Bolsonaro e todos os golpistas, ou a barbárie será tão mais profunda, do que já ocorre agora.

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