Segregação na educação
Proposta visa somente beneficiar as empresas privadas do ramo e aumentar a exclusão social no acesso ao ensino
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Aplicativo para ensino EaD. |

A direita golpista está se aproveitando da política de quarentena por conta do coronavírus para impor uma série de ataques contra a população, a classe trabalhadora, a juventude. Um destes ataques é a implementação do chamado Ensino à Distância tanto para os alunos do ensino básico, quanto para os estudantes do Ensino Superior.

Trata-se de uma política de sucateamento do ensino público por meio de favorecimento das empresas privadas, principalmente daquelas que fornecem plataformas virtuais de ensino, como, por exemplo, a Fundação Lemann, a Amazon, entre outras.

Apresentada como uma saída eficaz para os tempos de pandemia, nada garante que o ensino à distancia se torne uma norma cada vez mais comum na rede de ensino. Um desejo antigo dos governadores golpistas com o objetivo de encher os bolsos das empresas privadas.

Aliás toda a propaganda feita sobre os supostos benefícios do EaD nos tempos de quarentena visa torná-lo mais palatável para que seja imposto de forma menos conflituosa.

No caso do ensino superior, algumas universidades já vem, desde o início da quarentena, impondo o Ensino à Distância. É o caso, por exemplo da Universidade de São Paulo, a USP. Desde março, alguns cursos vêm passando conteúdos online para os alunos, o que tem sido alvo de denúncia por parte dos estudantes.

Muitos estudantes são de baixa renda e não tem os recursos disponíveis para acompanhar as aulas online, como acesso à internet, computadores, etc. Em um momento onde a crise econômica se aprofunda, a proposta de Ensino à Distância se revela, desta feita, uma proposta elitista, uma vez que apenas os alunos mais abastados conseguirão companhar com regularidade as aulas e os conteúdos passados.

No caso da USP e das demais universidades, o avanço desta política ocorre, principalmente, devido a paralisia das organizações estudantis, que deveriam estar mobilizadas para defender os estudantes, como é o caso do DCE e da própria União Nacional dos Estudantes.

É preciso impulsionar dese já uma luta contra os ataques à educação promovido pela direita golpista de conjunto, por todos os seus setores.

É necessário se posicionar claramente contra o Ensino à Distância, em defesa do ensino público. Mobilizar também, na prática, pela derrubada de toda a direita golpista.

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