A dobradinha do Golpe de Estado da Globo e dos Militares é antiga

1954: Os militares e o Jornal O Globo pressionaram Getúlio Vargas, da mesma forma que hoje, até leva-lo ao suicídio. Mas o objetivo era o golpe militar, que foi adiado 10 anos por conta da morte de Getúlio.

1964: Novamente a Globo e os Militares se unem para a derrubar o governo de João Goulart e estabelecer uma ditadura militar no país. Como prêmio, a rede Globo ganha de presente toda a estrutura da TV Excelsior, fechada arbitrariamente pelos militares, o que garante equipamentos e estrutura moderna. Entre outras manipulações a Globo se torna no regime Militar uma potência. Também é criado nesse período o Jornal Nacional, que tem como ambição levar a política da emissora para todo território nacional.

1989: A Globo manipula a primeira eleição no país no período “democrático”, na disputa entre Collor e Lula. Seu poder de influência, dado pelos militares, é testado nesse momento com relativa eficácia. A campanha contra Lula toma o ar de guerra e Collor, um desconhecido, ganha as eleições.

2016: A rede Globo foi a maior máquina de propaganda contra o PT, ajudando a derrubar o governo Dilma.

2018: Um dia antes do julgamento do STF, que julgaria o Habeas Corpus do Lula, a emissora mostrou-se mais uma vez fielmente alinhada aos militares em cadeia nacional. No Jornal Nacional, William Bonner, no último minuto antes de encerrar o jornal, lê a mensagem nas redes sociais do General Villas Boas, uma ameaça velada ao STF de golpe militar caso Lula ganhe direito ao Habeas Corpus em 2ª instância.

São esses os dois principais poderes que realmente dominam o país, e toda a política deles está alinhada a interesses de potências internacionais, como já fora provado em fartos documentos do golpe de 1964 e até mesmo confessado pela própria emissora em 2013.

A Globo é o Golpe