A proposta do PCO
Não há outro caminho para superar a atual etapa defensiva que não seja a unidade das organizações de luta dos trabalhadores contra a ofensiva golpista
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lula prisão
Lula na frente do Sindicato dos Metalúrgicos, na véspera de sua prisão | Foto: Nelson Almeida / AFP

Vivenciamos nesta semana, um acontecimento inédito e da maior importância diante do avanço da crise e, em particular, da crise da esquerda frente a ofensiva reacionária da direita contra os trabalhadores e suas organizações: a realização de um debate público reunindo os principais partidos da esquerda do País, que  atuam no movimento operário e se reivindicam da luta pelo socialismo e/ou comunismo.

Um aspecto importante do debate é que mostrou o papel da imprensa alternativa em furar o bloqueio antidemocrático que os grandes monopólios de comunicação impõem ao País, apresentando apenas as “análises” da burguesia e dos seus “funcionários” como os “analistas”  burgueses e os dirigentes políticos dos partidos da direita, só cedendo espaços para a esquerda, quando essa – na maioria das vezes – se dispõe a defender as posições da própria burguesia.

Transmitido pelos canais da internet TV 247, DCM, Fórum e COTV e mediados pelos jornalistas Leonardo Attuch, Renato Rovai e Zé Cássio, o importante encontro já foi assistido por mais de 50 mil mil pessoas e contou com a participação da presidenta do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann; da presidenta do PCdoB, vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos; do presidente do PSOL, Juliano Medeiros, e do presidente do PCO, Rui Costa Pimenta e teve como tema designado pelos organizados, “a frente de esquerda”, com ênfase na situação da esquerda diante das eleições municipais.

Foram convidados também e não compareceram, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) e o Partido Socialista Brasileiro (PSB).

O encontro expôs as orientações dos partidos de esquerda diante da situação evidenciando as expectativas negativas em relação ao desempenho da esquerda nas eleições municipais, previstas para novembro próximo e as dificuldades encontradas por essa mesma esquerda para se unir no terreno eleitoral, seja por suas diferenças políticas, seja pelas antidemocráticas normas eleitorais, impostas com a “reforma” eleitoral pós golpe de Estado, que – entre outras – impede as coligações proporcionais e cassa o tempo de propaganda eleitoral gratuita – no rádio e TV – de 10 partidos, dentre eles o PCO.

Depois de apontar o avanço da direita no Brasil e no Mundo e destacar a importância da luta pela mudança da correlação de forças em favor dos trabalhadores e da esquerda, o que só seria possível por meio da derrota de Bolsonaro e de todos os golpistas por meio da mobilização popular,  o presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, destacou que a situação não pode ser alterada nos estreitos marcos das eleições municipais fraudulentas deste ano.

Com enfatizou Pimenta, a vitória eleitoral é um retrato da correlação de forças e não o instrumento fundamental para sua alteração.

Nestas condições, a unidade não pode ser abstrata e sim ser avaliada do ponto de vista do desenvolvimento da situação política e para onde estão caminhando as forças políticas. A esquerda deve lançar seus candidatos e apresentar seus programas para os trabalhadores, mas a mudança na relação de forças virá de uma unidade em torno da luta e de candidatos populares e com história entre os trabalhadores.

Marcha Lula Livre, Lula Inocente chega ao Recife nesta sexta-feira (20) – Blog – Adriano Roberto

Nesse sentido, o presidente do PCO, apresentou em nome do nosso Partido, a  proposta de unidade da esquerda em torno da candidatura de Lula, da luta  pela volta de seus direitos políticos e por sua eleição para presidência da República.

Essa luta é uma bandeira que pode mudar a correlação de forças, visto que a direita não quer Lula de nenhuma maneira e vai evidenciar o caráter golpista das eleições e pode servir para mudar o quadro político em favor da esquerda e da luta dos trabalhadores contra a atual ofensiva, a maior de todos os tempos contra os direitos e as condições de vida dos explorados e os seus direitos democráticos.

Veja ou reveja esse importante debate:

https://www.youtube.com/watch?v=wP2gUyHlXsU

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