Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
urna
|
A poucos dias da votação para o primeiro turno das eleições presidenciais, no próximo domingo, dia 7 de outubro, o panorama apresenta um quadro que, à primeira vista, mostra um segundo turno com o candidato fascista do PSL, Jair Bolsonaro, e o candidato do PT, Fernando Haddad.
Há algumas semanas a euforia de grande parte da militância e dos filiados do PT era um clima de “já ganhou” depois que a candidatura de Lula foi descartada pelo PT e Haddad se tornou o candidato oficial do partido e começou a subir nas pesquisas subindo de 4% até 21% em algumas consultas de votos dos institutos golpistas.
Na última semana, no sábado dia 29, houve o tão aclamado e divulgado movimento “#elenão”, sob a fachada de combate ao fascismo representado na candidatura de Jair Bolsonaro. O curioso deste movimento é que reuniu figuras de esquerda que foram abertamente contra o golpe contra Dilma Rousseff como o cantor Chico Buarque e figuras das mais execráveis como o jurista Miguel Reale Jr., um dos autores do processo de impeachment contra a ex-presidenta. Reale Jr. É herdeiro de ninguém menos que um dos expoentes do Integralismo brasileiro, Miguel Reale, seu pai.
A esquerda embriagada pela campanha eleitoral achou que esta campanha contra Bolsonaro, apoiada abertamente pela Rede Globo, foi às ruas achando que o movimento seria favorável à candidatura Haddad, pois afastaria eleitores do candidato da extrema-direita. Passada a euforia do sábado as pesquisas eleitorais da última segunda e terça-feira mostraram completamente o contrário. Bolsonaro cresceu nas pesquisas e  Haddad caiu e teve um aumento significativo na rejeição entre o eleitorado.
Este cenário é apenas a aparência da realidade. As eleições brasileiras, não são de hoje, são extremamente fraudadas e manipuladas.
Nas eleições de 2018, em meio ao golpe de Estado, este controle da burguesia sobre o processo eleitoral é bem maior que em eleições passadas.
O que não fica aparente para os mais incautos ou para os “embriagados” com a “festa da democracia” que são as eleições é o que está por trás desse jogo de cartas marcadas.
As eleições são controladas por todos os agentes golpistas que depuseram Dilma Rousseff, que condenou e colocou dirigentes do PT na cadeia sem provas, em especial o ex-presidente Lula.
A campanha eleitoral é controlada pelos grandes meios de comunicação golpistas, pelo judiciário vendido e em especial pelos militares. Todos a mando dos interesses imperialistas sobre o Brasil.
Por fora da suposta “festa da democracia” das eleições há uma caixa preta que envolve interesses do capital estrangeiro sobre o Brasil. A burguesia, os golpistas, não deram o golpe em 2016 para dois anos depois permitir que o partido derrubado fosse legitimamente eleito.
No próximo domingo a farsa eleitoral será concretizada com o voto eletrônico, com a exclusão de 3,4 milhões de eleitores da votação por falta da biometria e pelas pesquisas eleitorais. Os golpistas não vão “largar o osso”. Resta aos ativistas que lutaram contra o impeachment, contra a prisão de Lula, contra o golpe devem denunciar o processo eleitoral, pois após o dia 7, o golpe ainda estará avançando.
Todos às ruas! Abaixo o Golpe de Estado!
Liberdade para Lula! Eleição sem Lula é Fraude!
Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas