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aborto
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A direita pode continuar a fazer demagogia com a luta das mulheres e suas reivindicações, mas suas ações sempre denotam seu caráter totalmente contrário aos interesses da população feminina e quaisquer parâmetros que as amparam. Na última semana, a direita resgatou uma pauta anteriormente engavetada, mas que historicamente para as mulheres permanece como uma das reivindicações de sua emancipação; o direito ao aborto seguro e irrestrito.

Foi trazida de volta a discussão implantada pela ala conservadora, o que seria assegurar a ” inviolabilidade da vida desde a concepção” através da PEC 29, a mesma já havia sido pautada pelo ex-senador Magno Malta (PR) em 2015, mas fora arquivada na época, e no início dessa ano foi desarquivada pelo plenário do Senado, o que  se caracteriza como um duro ataque contra as mulheres e a saúde pública de conjunto.

Retomar essa política obscurantista, representa justamente o avanço desses setores que se escondem na sombra da extrema-direita inimiga das mulheres. Os setores bolsonaristas, que se pautam no viés conservador, nesse momento se sentem a vontade para levar adiante políticas nefastas contra setores oprimidos, como é o caso das mulheres. A consequência disso na vida das mulheres é algo muito brutal, são inúmeras as mortes de mulheres, decorrente de aborto realizado de forma insegura, e que na maioria das vezes se dá em clínicas clandestinas e ou em locais piores que colocam sua integridade em risco, e isso se dá principalmente com as mulheres mais pobres.

Nesse sentido, é preciso ressaltar a importância da reivindicação desse direito que se trata de uma pauta democrática na luta das mulheres, evidenciado que a questão vai muito além de um problema moral, mas se trata de um problema de saúde pública. Logo, o movimento de mulheres precisa intensificar sua sua organização de forma independente do Estado e das organizações burguesas e pequeno burguesas que querem conter a luta da mulher em torno de questões identitárias e de aparência, avançando no sentido de impulsionar uma mobilização real , com uma política que vise sua emancipação completa, no sentido de derrota do regime golpista que busca intensificar sua opressão e chancelar seu massacre.

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