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Genocídio em marcha

900 yanomami podem morrer de coronavírus graças ao garimpo ilegal

Funadação Oswaldo Cruz alerta para o risco de morte de 6,5% de Yanomanis por coronavírus devido à garimpo ilegal em território indígena "um genocídio com cumplicidade do estado"

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Lideranças dos povos yanomami e ye’kwana em encontro para debater a presença de garimpeiros – Foto: VICTOR MORIYAMA / ISA

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Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em conjunto com o Instituto Socioambiental (ISA) revela que o Povo Yanomani  é o mais vulnerável  ao coronavírus entre todos os indígenas da Amazônia. A situação de risco ocorre pela presença de 20 mil garimpeiros ilegais em seu território  trazendo risco de infecção para 40% de sua população e consequente morte de 6,5% dos integrantes, uma vez que a assistência à saúde indígena é inexistente na região.

O estudo coloca a povo Yanomani como a população mais afetada pelo coronavirus no planeta proporcionalmente , traduzindo-se em um “genocídio com a cumplicidade do Estado brasileiro “, segundo a Fundação Oswaldo Cruz que revisou a pesquisa e alertou para a necessidade de mediadas imediatas para a retirada dos garimpeiros e melhoria da assistência médica aos 27.398 indígenas da região.

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