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No dia 8 de dezembro de 1941, os EUA, por meio de uma declaração de seu então presidente, Franklin Roosevelt, declarou guerra ao Japão, entrando de maneira definitiva na Segunda Guerra Mundial. A declaração usou como pretexto os ataques da força aérea japonesa contra a base militar norte-americana de Pearl Harbor, localizada no Oceano Pacífico, próxima ao Havaí.

A base também é o quartel general da frota dos EUA no pacífico. Na manhã do dia 7 de dezembro, em uma ação coordenada, submarinos e aviões de guerra japoneses atacaram as bases de comando e uma parte da frota naval norte-americana. O ataque japonês destruiu 11 navios e 188 aviões.

O episódio de Pearl Harbor, o qual é tratado pelos órgãos de imprensa do imperialismo como uma tragédia, e um ato covarde das forças armadas japonesas, na realidade, com base em vários indícios e declarações de próprios militares norte-americanos, não passou de uma farsa. O próprio governo norte-americano já teria o conhecimento do ataque um ano antes dele ocorrer. Mensagens interceptadas pelo Exército dos EUA indicariam a ofensiva japonesa. O governo, no entanto, não teria tomado medidas para evitar o ataque. Desse modo, o acontecimento caiu como uma luva para justificar perante a chamada “opinião pública” a entrada dos norte-americanos na segunda guerra, a qual em sua essência, nada mais foi do que guerra entre os monopólios imperialistas.

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