Genocídio
Os dados oficiais e defasados da pandemia no Brasil já são altos o suficiente para mostrar que o governo do fascista Jair Bolsonaro está matando o povo
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Presidente ilegítimo Jair Bolsonaro | Palácio do Planalto

Os casos de Covid-19 no mundo superaram a marca dos 7 milhões neste sábado, seis de junho de 2020.

O país com maior número de casos pela contagem oficial ainda é os EUA, com 2 milhões de infectados e representando 30% do mundo todo. A América Latina está em segundo lugar, com 15% dos casos, sendo que o grande responsável pelo crescimento dos casos de Covid-19 e pelas mortes dentro da América Latina é o Brasil.

Mundialmente, o número de mortes pela Covid-19 está chegando em 400 mil. A quantidade de pessoas que morreram dessa doença em cinco meses é igual ao total anual de mortos por malária, uma das doenças infecciosas que mais matam no mundo.

A conclusão óbvia disso é que a doença infecciosa mais letal no mundo hoje é a Covid-19.

Se considerarmos então o alto índice de subnotificação de contaminados e mortos pelo coronavírus, podemos afirmar que estamos diante de uma das doenças que mais matou no mundo em décadas.

Essa subnotificação ocorre no mundo todo, principalmente pelo baixo percentual de pessoas que são testadas, mas alguns países são piores que outros. O Brasil é provavelmente o pior deles, pois além de praticamente não testar ninguém, o governo ilegítimo de Jair Bolsonaro tem cada vez mais dificultado a divulgação dos números relacionados à pandemia no Brasil, com a demora de liberar os dados consolidados diariamente – mudou o horário para 22:00 hs desde 03/06 -, e também a retirada do ar desde 05/06 da página na internet do Ministério da Saúde que contém as informações a respeito da pandemia. Essa página voltou a ser acessível às 17:00 hs de 06/06, mas muito mutilada, sem o total acumulado de mortes e sem a aba com informações sobre as internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que, na falta de testes para detectar a COVID-19, ajudam a entender o aumento de casos da doença.

Além disso, o atual ministro da saúde, General Pazuello, assim como seus antecessores, está sempre tentando passar a ideia de que o Brasil não está tão ruim assim, se compararmos com o Reino Unido e outros países mais ricos. Pura conversa fiada, pois a subnotificação aqui mostra que o Brasil é o pior país do mundo para se estar nessa pandemia.

Toda essa política de desinformação é deliberada e tem o objetivo de ocultar o fato incontestável de que o fascista Bolsonaro e seu governo genocida nada estão fazendo para impedir que a população brasileira morra como moscas. Como agora a pandemia já chegou com força nas áreas mais pobres do país, os números da pandemia são absolutamente assustadores. Por isso não podem ser divulgados.

A mesma culpa deve ser atribuída aos governadores, ao contrário do que diz a imprensa burguesa. Esses governadores também estão liberando as atividades econômicas atendendo aos interesses dos capitalistas e não da população.

O Estado burguês brasileiro, em todos os níveis, está matando o povo. Enquanto as UTI´s dos hospitais privados estão ainda subtilizadas, os governos não movem um dedo para assumir o controle de todos os hospitais. Enquanto bilhões são liberados para os capitalistas, a imensa maioria da população recebe – com dificuldades e muitos não conseguem – a esmola de R$ 600,00, o que faz com que a tal da política do “fique em casa” seja viável apenas para a minoria da classe média e alta.

Se antes a subnotificação bastava para enganar algumas pessoas que achavam que estamos passando por uma “gripezinha”, agora até mesmo esses dados defasados já são altos demais para que a ditadura de direita que (des)governa este país os divulgue. A mobilização popular é o único meio efetivo de se exigir a verdade dos fatos e, consequentemente, acelerar a derrubada desse governo genocida. Quanto mais tempo Bolsonaro e sua corja estiverem no poder mais mortes serão contadas. O fim desse governo é uma questão de saúde pública, e a mais urgente.

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