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Em meio ao agravamento da crise política do governo Bolsonaro, com a intensificação da luta interna no bloco golpista e a realização de importantes manifestações populares contra o governo, acontecerá em Brasília no inicio de julho próximo, o 64 Conad do Andes, sindicato nacional dos docentes das instituições do ensino superior do pais.

Os cortes de verbas na educação, que atingiu as universidades federais e os institutos federais,  promovidas pelo governo Bolsonaro provocou uma intensa mobilização, que se estendeu a população em geral.

Os atos dos dias 15 e 30 de maio, e a Greve Geral do 14 de junho revelou uma enorme disposição de luta. A situação de completa precarização, agravada com os anunciados dos cortes, indicam que  verdadeiro objetivo do governo Bolsonaro é a completa aniquilação do ensino público.

É importante destacar, que não se trata de um programa em longo prazo, mas de algo imediato, inclusive o fechamento de universidades públicas já no próximo semestre se os cortes não forem revertidos.

Os ataques de Bolsonaro não se restringem a educação e nem mesmo a previdência pública, mas tem caráter amplo e em toda linha, como a transferência da autoridade para demarcação das terras indígenas para o Ministério da Agricultura ( controlada pelos latifundiários), retomada das privatizações das empresas públicas, ataques aos movimentos sociais no campo e da cidade. Por isso, apresenta-se com muita acuidade a necessidade da construção de uma unidade de todos os setores populares, através da consigna do Fora Bolsonaro e todos os golpistas.

As revelações das mensagens entre o ex-juiz Sergio Moro e outros integrantes da Operação Lava Jato pelo The Intercept Brasil  comprovaram que a “ campanha contra a corrupção” é uma farsa, e que a condenação sem provas e a prisão do ex-presidente Lula é parte de uma conspiração política armada pelos golpistas. Por isso, é fundamental a defesa da Liberdade para Lula.

Neste contexto, não é exagero afirmar que o 64 Conad do Andes, acontece em momento crucial, e que é mais do que necessário um profundo debate sobre a conjuntura e a elaboração de um plano de lutas que arme efetivamente o sindicato para enfrentar os ataques da extrema direita.

Diante disso, é preciso que as assembleias para a tirada de delegados para o Conad, não seja apenas um jogo de cartas marcadas, como geralmente são, mas que seja  um espaço para a construção de um movimento nacional docente, e que o encontro nacional reúna os representantes docentes de um amplo movimento de luta.

um aspecto nesta luta é a critica as posições da diretoria do Andes, que na maioria das vezes no último período está marcada pela completa falta de concretude, em que as campanhas políticas são meras formalidades politicas. Um ponto chave é a recusa da direção do sindicato em enfrentar o governo Bolsonaro, apresentado toda uma série de alegações  para não lutar pelo Fora Bolsonaro, o que significa na prática ( o que pese as declarações ” radicais”) sustentar o governo de extrema direita.

Além do mais,  o 64 Conad terá que discutir o que leva um sindicato  da envergadura do Andes continuar filiado e  portanto sustentando financeiramente e politicamente um agrupamento sindical( controlado pelo moribundo PSTU), como a CSP Conlutas que defendeu o golpe de Estado em 2016, serviu como linha auxiliar da Operação golpista  Lava Jato apoiando prisão de Lula e no terreno internacional adotando uma posição pró-imperialista de  ” Fora Maduro” na Venezuela.

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